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Condamnation du Makhzen et soutien à la lutte du peuple sahraoui

Marocains furieux ont attaqué le modérateur de l’assemblée des mouvements sociaux du FSM qui lisait le texte, M. Moumni Rahmani, un Marocain lui-même, le menaçant et le maltraitant en public et le qualifiant de traître.

Communiqué Sortir du Colonialisme

" Alors que la France a entrepris une guerre au Mali au nom de la lutte contre l’occupation d’une partie de ce territoire par les forces djihadistes, elle ne dit et ne fait rien face au Maroc qui occupe illégalement le territoire d’un autre peuple."

Réfugiés subsahariens du camp de Choucha dans une grève de la faim

Quarante-et-un réfugiés subsahariens du camp de Choucha frappent aux portes du très influent Forum Social Mondial pour réclamer la dignité humaine. L’absence de reconnaissance et de solutions concrètes à Tunis les incite à entamer collectivement une grève de la faim le 29 mars 2013 devant le Haut commissariat aux réfugiés (HCR) de Tunis, mettant leur santé - déjà précaire - en danger.

Le "printemps arabe" invite le mouvement altermondialiste

Las mujeres darán el puntapié “oficial” anticipando con su asamblea mundial la apertura de la 12da edición del Foro Social Mundial (FSM) este 26 de marzo

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1º Seminário Unificado de Imprensa Sindical

Florianópolis sedia evento de imprensa sindical e debate o comportamento dos profissionais da área frente aos cartéis midiáticos

mardi 9 juillet 2013, par Ingrid Bezerra , Thiago Skárnio

Representantes de sindicatos, sociólogos e profissionais da comunicação reuniram-se no Hotel Oceania em Florianópolis nos dias 04 e 05 de julho para a discussão de novos rumos na luta pelos direitos dos trabalhadores, utilizando a informação como arma principal

O encontro foi iniciado com a exibição do vídeo Antimperiomidiático, do grupo O Levante, que protesta contra a manipulação exercida pelo monopólio da comunicação no intuito de criar exclusivamente consumidores. O jornalista Julio Rudman, da Radio Nacional Argentina, compartilhou experiências e destacou a importância da Lei de Meios para o fortalecimento das mídias não-comerciais a partir do reconhecimento do Estado.

Laurindo Leal Lalo Filho, doutor em Ciência da Comunicação pela USP e pós doutorado na Universidade de Londres, demonstrou contentamento em discutir comunicação não só com jornalistas, mas com atores de outros setores, como os do meio sindical. Lalo contextualizou o processo de construção histórica da mídia comercial no mundo, destacando o caso brasileiro, em que, diferentemente dos países da Europa a TV começou comercial, não pública. “Nós estamos atrasados cerca de 80 anos em relação a Europa. Mas estamos ficando também muito atrasados em relação a Argentina”, diz Lalo, que cita o coronelismo midiático como herdeiro do oligópolio latifundiário e do escravagismo. O jornalista e sociólogo recomendou a leitura de “Coronelismo, Enxada e Voto”, de Victor Nunes Leal, no qual o processo é descrito.

A proibição da propriedade cruzada, que afetaria todos os grandes grupos de comunicação do país, foi amplamente debatida. Iniciativas de leis populares, como a realizada pelo movimento “Para Expressar a Liberdade”, propiciam o debate sobre o assunto como no caso da Ficha Limpa. No projeto de Lei, o objetivo é democratizar os espaços e concessões de emissoras possibilitando a construção de uma rede pública de meios de comunicação.

A jornalista e ex sindicalista, Elaine Tavares, criticou a utilização da imprensa comercial, como o uso dispendioso de horários nobres televisivos para veiculação de informes em lugar de maior investimento e valorização das mídias corporativas próprias. “O jornalismo deve transcender a questão comercial e a técnica, deve servir para informar, mais do que qualquer outra coisa. Jornalismo é para provocar reflexão”, declarou o jornalista e doutor em sociologia política, Samuel Lima, endossado por Leonor Costa, profissional da comunicação e ativista. “Não podemos permitir que as divergências políticas falem mais alto que os interesses da classe trabalhadora”.

Além da necessidade de uma reforma política que suscite a discussão da renovação das concessões, foram recorrentes na pauta dos dois dias de seminário questões como a sobrecarga de trabalho, os desvios de função nas redações e as exigências do mercado multimídia.

Também foi ouvido com frequência no encontro, um apelo que veio tanto dos palestrantes quanto do público : Para que os jornalistas filiem-se ao sindicato da categoria. Seja para fortalecer a instituição, seja para modificar a estrutura da agremiação.

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