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Condamnation du Makhzen et soutien à la lutte du peuple sahraoui

Marocains furieux ont attaqué le modérateur de l’assemblée des mouvements sociaux du FSM qui lisait le texte, M. Moumni Rahmani, un Marocain lui-même, le menaçant et le maltraitant en public et le qualifiant de traître.

Communiqué Sortir du Colonialisme

" Alors que la France a entrepris une guerre au Mali au nom de la lutte contre l’occupation d’une partie de ce territoire par les forces djihadistes, elle ne dit et ne fait rien face au Maroc qui occupe illégalement le territoire d’un autre peuple."

Réfugiés subsahariens du camp de Choucha dans une grève de la faim

Quarante-et-un réfugiés subsahariens du camp de Choucha frappent aux portes du très influent Forum Social Mondial pour réclamer la dignité humaine. L’absence de reconnaissance et de solutions concrètes à Tunis les incite à entamer collectivement une grève de la faim le 29 mars 2013 devant le Haut commissariat aux réfugiés (HCR) de Tunis, mettant leur santé - déjà précaire - en danger.

Le "printemps arabe" invite le mouvement altermondialiste

Las mujeres darán el puntapié “oficial” anticipando con su asamblea mundial la apertura de la 12da edición del Foro Social Mundial (FSM) este 26 de marzo

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Ação para Cultura de Paz provoca fúria em reacionários

mercredi 4 septembre 2013, par Gal Souza

Charge emoldurada e pendurada na sala de audiência da 1ª Vara de Órfãos e Sucessões do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro enfureceu o deputado estadual Flávio Bolsonaro

No dia 27 de agosto de 2013, aconteceu o ato de Entronização do quadro “Por uma cultura de paz” de Carlos Latuff . Foi uma ação política de pendurar o quadro que denuncia o genocídio promovido pelo Estado brasileiro por meio da violência policial na parede do gabinete do juíz João Batista Damasceno, da 1ª Vara de Órfãos e Sucessões.

Para a ocasião o juíz João Damasceno escreveu um artigo publicado no jornal O Dia para ler acesse : http://odia.ig.com.br/noticia/opiniao/2013-08-28/joao-batista-damasceno-pela-cultura-da-paz.html

Entre outras coisas, o juiz compara repressão que se viu nos protestos de junho ao que se passa nas periferias. Nas comunidades periféricas, diz ele, "a munição disparada não é de borracha. A política de segurança pública militarizada tem como alvo os pobres e excluídos, ‘inimigos internos’ sujeitos ao extermínio. Instituída a pretexto de combate à criminalidade, a violência do Estado se destina ao controle social em benefício da classe que se aproveita da dominação".

O quadro de Latuff mostra um policial fardado e armado tendo por alvo a figura do Cristo crucificado. Esta ação provocou reações imediatas de repressões e ameaças vindas do deputado estadual do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro. Ele sugeriu à polícia que pedisse indenização por difamação e solicitou a retirada do quadro, como mostra esta matéria publicada no jornal Extra http://extra.globo.com/casos-de-policia/tribunal-de-justica-determina-retirada-de-gravura-polemica-de-gabinete-de-juiz-mas-obra-so-muda-de-sala-9812510.htm

Não há novidade na atuação reacionária do deputado Flávio Bolsonaro, seu caráter autoritário começou a ser formado ainda na infância pelo pai, o deputado federal Jair Bolsonaro, escandalosamente preconceituoso. Me chamou atenção a rapidez de sua ação, em menos de uma semana solicitou a retirada do quadro, questionou a postura progressista dos magistrados e incitou a polícia a reagir contra, o que demonstra que a violência no Brasil é propagada por agentes do Estado, que tem por objetivo a manutenção do status quo. Por isso vemos investimentos pesados na área de segurança em detrimento as áreas de educação, saúde e moradia.

É importante refletir que vivemos em um país que promove a violência investindo em armamentos para reprimir e criminalizar movimentos sociais que lutam por transformações, ameaçam pessoas que lutam por justiça social, criminaliza a pobreza e desenvolve políticas públicas segregadoras. Por outro lado, vale lembrar que a classe dominante teme as transformações impulsionadas pelas lutas da classe trabalhadora.

Nesse episódio, um quadro e um texto “Por uma cultura de paz”, significam muito mais que uma denúncia da atrocidade estatal, são uma ameaça de uma eminente transformação social. Portanto, corram Bolsonaros, corram.

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