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Condamnation du Makhzen et soutien à la lutte du peuple sahraoui

Marocains furieux ont attaqué le modérateur de l’assemblée des mouvements sociaux du FSM qui lisait le texte, M. Moumni Rahmani, un Marocain lui-même, le menaçant et le maltraitant en public et le qualifiant de traître.

Communiqué Sortir du Colonialisme

" Alors que la France a entrepris une guerre au Mali au nom de la lutte contre l’occupation d’une partie de ce territoire par les forces djihadistes, elle ne dit et ne fait rien face au Maroc qui occupe illégalement le territoire d’un autre peuple."

Réfugiés subsahariens du camp de Choucha dans une grève de la faim

Quarante-et-un réfugiés subsahariens du camp de Choucha frappent aux portes du très influent Forum Social Mondial pour réclamer la dignité humaine. L’absence de reconnaissance et de solutions concrètes à Tunis les incite à entamer collectivement une grève de la faim le 29 mars 2013 devant le Haut commissariat aux réfugiés (HCR) de Tunis, mettant leur santé - déjà précaire - en danger.

Le "printemps arabe" invite le mouvement altermondialiste

Las mujeres darán el puntapié “oficial” anticipando con su asamblea mundial la apertura de la 12da edición del Foro Social Mundial (FSM) este 26 de marzo

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Facebook não deixa usuários usarem Guarani-Kaiowá no perfil, reclamam internautas

jeudi 10 janvier 2013, par Edgard Matsuki , Leyberson Pedrosa

Entre as reclamações, os internautas afirmam que receberam notificações da rede social que caso não usassem os nomes reais, teriam suas contas suspensas.

Na tarde desta terça-feira (8), alguns usuários da rede social Facebook relataram problemas em suas contas por utilizaram o termo Guarani-Kaiowá no nome do perfil. Entre as reclamações, os internautas afirmam que receberam notificações da rede social que caso não usassem os nomes reais, teriam suas contas suspensas.
Vânia Carvalho é uma internauta que reclamou das regras do Facebook. Segundo o texto postado no blog Rede na Amazônia, "o Facebook está impedindo as pessoas de permanecerem com sobrenomes indígenas, embora aceite termos como "bolinha", "machão", "fofinha"...", questiona Vânia. A usuária Marina Moss também aponta ter recebido a mensagem e que teve que tirar o termo para continuar utilizando a rede.

O Facebook não comenta casos específicos, mas sua assessoria informou que a rede somente notifica ou suspende as contas se elas violarem os termos de usos publicados.

Desde que a justiça do Mato do Grosso do Sul determinou a retirada dos índios Guarani Kayowá da Aldeia Passo Piraju em outubro 2012, protestos têm tomado conta das redes sociais. Além de um abaixo-assinado que contou com mais de 140 mil assinaturas, usuários do Facebook continuam demonstrando apoio aos indígenas incluindo a palavra “Guarani Kayowá” no nome de perfil na rede social.

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Desde que a justiça do Mato do Grosso do Sul determinou a retirada dos índios Guarani Kayowá da Aldeia Passo Piraju em outubro 2012, protestos têm tomado conta das redes sociais. Além de um abaixo-assinado que contou com mais de 140 mil assinaturas, usuários do Facebook continuam demonstrando apoio aos indígenas incluindo a palavra “Guarani Kayowá” no nome de perfil na rede social.

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