Ciranda internacional da comunicação compartilhada

agrega noticias de parceiros parcerias da ciranda
Condamnation du Makhzen et soutien à la lutte du peuple sahraoui

Marocains furieux ont attaqué le modérateur de l’assemblée des mouvements sociaux du FSM qui lisait le texte, M. Moumni Rahmani, un Marocain lui-même, le menaçant et le maltraitant en public et le qualifiant de traître.

Communiqué Sortir du Colonialisme

" Alors que la France a entrepris une guerre au Mali au nom de la lutte contre l’occupation d’une partie de ce territoire par les forces djihadistes, elle ne dit et ne fait rien face au Maroc qui occupe illégalement le territoire d’un autre peuple."

Réfugiés subsahariens du camp de Choucha dans une grève de la faim

Quarante-et-un réfugiés subsahariens du camp de Choucha frappent aux portes du très influent Forum Social Mondial pour réclamer la dignité humaine. L’absence de reconnaissance et de solutions concrètes à Tunis les incite à entamer collectivement une grève de la faim le 29 mars 2013 devant le Haut commissariat aux réfugiés (HCR) de Tunis, mettant leur santé - déjà précaire - en danger.

Le "printemps arabe" invite le mouvement altermondialiste

Las mujeres darán el puntapié “oficial” anticipando con su asamblea mundial la apertura de la 12da edición del Foro Social Mundial (FSM) este 26 de marzo

Accueil > FSM > FSM 2012/2013 fr > Feministas do mundo debatem alternativas em SP

Feministas do mundo debatem alternativas em SP

mardi 27 août 2013

Marcha Mundial das Mulheres debate construção de alternativas feministas frente à ofensiva conservadora em segundo dia de Encontro.
Ao longo do dia, o movimento celebra a cultura afro-brasileira e presta sua solidariedade a Cuba.

No segundo dia de atividades do 9º Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, as participantes discutem sobre as lutas e as formas de resistência coletiva propostas pelas mulheres nos diversos lugares do mundo. A programação cultural do dia tem como tema a celebração das matrizes afro-brasileiras. Quem abre as atividades no Memorial da América Latina é a delegação de mulheres da África. O evento se encerra no dia 31 de agosto, com uma manifestação nas ruas de São Paulo.

Frente ao aumento da militarização e o controle dos territórios e de seu corpo, as mulheres vêm buscando alternativas de enfrentamento, como as resistências pacíficas contra as companhias mineradoras, a defesa do direito ao aborto e da saúde pública e o combate à violência contra as mulheres. Esse é o tema da Conferência “Feminismo e construção de alternativas, que acontece às 9 horas. Na Conferência “A Marcha Mundial das Mulheres como movimento incontornável”, às 14 horas, elas debatem sobre o protagonismo da MMM nesses processos de resistência à militarização e resolução de conflitos armados. O debate será ainda um momento de reflexão sobre a história e os rumos do movimento.

Na Tenda da Solidariedade, às 19h30, as ativistas vão poder conhecer um pouco mais sobre a situação de Cuba.O espetáculo musical “Eu canto a minha história” vai perpassar três importantes períodos históricos vivenciados por nossa sociedade, em especial, pelo povo negro : abolição, ditadura militar e redemocratização do país. Ao final do dia, às 20h30, a delegação da Marcha do Maranhão traz bumba meu boi, cucuriá e saias rodadas para encerrar as atividades do segundo dia do 9º Enconotro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres.

Resumo da programação - 27/08, terça-feira
Memorial da América Latina

Acolhidas pela África

Hora : 8h | Local : em frente ao auditório principal

9:00 Conferência Feminismo e construção de alternativas

Georgina Alfonso (Cuba), Magdalena León (Equador), Francisca Rodriguez (Chile) e Graça Samo (Moçambique).

Resistência em Palavras
13h-14h | Local : Palco Memorial

Dois poemas da americana Maya Angelou, um poema de Kabore Roland e um de Burquina Faso serão recitados. Na sequência, a poesia, a dança e um tambor colocarão todas as participantes para interagir.

14h - Conferência A Marcha Mundial das Mulheres (MMM) como movimento incontornável : balanço da MMM na resposta à conjuntura e na construção de alternativas
Judite Fernandez (Portugal), Emilia Castro (Quebec), Nana Aïcha Cissé (Mali) e Miriam Nobre (Brasil).

19h30 – Tenda da Solidariedade : Cuba
Por mais de 50 anos, Cuba sofre um criminoso embargo econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos. Esse embargo tem como objetivo enfraquecer e isolar o país e tudo o que ele representa enquanto desafio aos preceitos do capitalismo patriarcal. As tentativas de deslegitimar a experiência cubana, por parte dos países do centro do capitalismo, se dão em meio à grave crise e retirada de direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Visibilizar a luta das mulheres cubanas na construção de outro modelo de vida é essencial para reforçar os laços da região e para construir processos de integração regional verdadeiramente calcados na solidariedade e complementariedade. Participam da roda de conversa Elpidia Moreno, Carla López e Maria del Carmen Barroso, falando espanhol.

Celebrando as cores

19:30h | Local : Palco do Memorial

Eu canto a minha história : espetáculo musical embasado pela cultura afro brasileira que dialoga com as relações sociais de gênero. Perpassa três importantes períodos históricos vivenciados por nossa sociedade, em especial, o povo negro : abolição, ditadura militar e redemocratização do país (60 min.).

20:30 | Local : Mostra de Economia Solidária e Feminista
Culturarte Maranhense : Bumba meu boi, cucuriá e saias rodadas são parte da festa que as maranhenses prometem organizar.

O Encontro Internacional da MMM
Esta edição do Encontro Internacional da MMM, além de ser a oportunidade de encontro de militantes do movimento de todas as partes do mundo para importantes formações e deliberações, será um momento especial para o Brasil.
O país sedia pela primeira vez esse evento, dando um salto em suas proporções, que contava até a última edição com algumas centenas de participantes.
Também será o momento de encerramento de um ciclo. Durante o Encontro, será eleita a nova composição do Secretariado Internacional da Marcha. O grupo do Brasil, que tem estado à frente do movimento mundial nos últimos anos, terá sua sucessão definida. A gestão brasileira passa o bastão tendo alcançado diversas realizações e conquistas.
“Foram sete anos nessa missão, com várias ações internacionais, com uma conjuntura que se complicou ainda mais, marcada pela crise geral do sistema e o recrudescimento dos ataques conservadores. Faremos um balanço desse período que vai nos fortalecer para o que venha adiante”, conta Miriam Nobre, coordenadora do Secretariado Internacional da MMM.

Sobre a MMM
A Marcha Mundial das Mulheres é um movimento feminista internacional que surgiu no ano 2000 como uma grande mobilização que reuniu mulheres do mundo todo em uma campanha contra a pobreza e a violência. Atualmente, a MMM está organizada em mais de 150 países e territórios. Entre seus princípios estão a organização das mulheres urbanas e rurais a partir da base e as alianças com movimentos sociais. A Marcha defende a visão de que as mulheres são sujeitos ativos na luta pela transformação de suas vidas, e que essa transformação está vinculada à necessidade de superar o sistema capitalista patriarcal, racista, homofóbico e destruidor do meio ambiente.

Serviço :

9º Encontro Internacional da Marcha Mundial de Mulheres
25/08 a 31/08 em São Paulo, SP.
Organização : Secretariado Internacional da Marcha Mundial de Mulheres.

Programação do evento : WWW.marchamundialdasmulheres.org.br

Acompanhe nossa fanpage : WWW.facebook.com/marchamundialdasmulheres

Informações e credenciamento de imprensa

Bruna Provazi -985975570

Informações gerais

Tica Moreno – 982086248
Email : comunica@sof.org.br
www.marchamundialdasmulheres.org.br | www.sof.org.br

Répondre à cet article