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Communiqué Sortir du Colonialisme

" Alors que la France a entrepris une guerre au Mali au nom de la lutte contre l’occupation d’une partie de ce territoire par les forces djihadistes, elle ne dit et ne fait rien face au Maroc qui occupe illégalement le territoire d’un autre peuple."

Réfugiés subsahariens du camp de Choucha dans une grève de la faim

Quarante-et-un réfugiés subsahariens du camp de Choucha frappent aux portes du très influent Forum Social Mondial pour réclamer la dignité humaine. L’absence de reconnaissance et de solutions concrètes à Tunis les incite à entamer collectivement une grève de la faim le 29 mars 2013 devant le Haut commissariat aux réfugiés (HCR) de Tunis, mettant leur santé - déjà précaire - en danger.

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Feministas fazem ação contra Vale

mercredi 28 août 2013

No Brasil, em Moçambique, em todos os lugares onde atua, a Vale é acusada de exploração de recursos dos povos e violações de direitos das comunidades

Foto : Graça Samo, da MMM de Moçambique, denuncia a exploração da Vale. Foto : Elaine Campos

No final do segundo dia do 9º Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres (MMM), centenas de militantes feministas realizaram uma ação contra a multinacional da mineração Vale, aproveitando a presença do diretor de sustentabilidade da empresa para uma atividade no Memorial da América Latina, o mesmo lugar onde está sendo realizado o encontro feminista.

As militantes saíram do auditório do Memorial com vários cartazes e gritos de ordem contra a Vale. No pátio do Memorial, três militantes da MMM fizeram uso da palavra para contar como a Vale vem violando direitos em seus territórios. A moçambicana Graça Samo foi a primeira em denunciar o papel da Vale em seu país. A empresa vem sendo questionada por sua mina de ferro situada na província de Tete, onde tem desalojado comunidades, sem sequer tê-las indenizado.

A militante também denunciou o projeto Pro Savanna, promovido pelos governos do Brasil e do Japão junto ao governo de Moçambique para implementação de monoculturas de soja e cana-de-açúcar. O projeto ameaça se apropriar de grandes extensões de terras produtivas de camponesas e camponeses.

Tatiana Cibele da MMM do Pará denunciou que o lucro que a Vale faz com as reservas minerais em seu estado (uma das maiores do Brasil), é feito à base de destruição de florestas, violações de direitos trabalhistas, de direitos de comunidades indígenas, aumento da prostituição, entre outras.


Tatiane Cibele, da MMM do Pará. Foto : Elaine Campos.

Por último, Dona Lurdes da MMM de Minas Gerais, ressaltou que seu estado e a Bahia estão na mesma situação que o Pará, no que diz respeito a Vale e a mineração, contando ainda que estão previstos 5 projetos extrativos para o norte do estado. A militante mineira considerou positiva a criação do Comitê Nacional em defesa dos territórios frente à mineração, que está permitindo criar mesas redondas em diversos estados. Lurdes fechou sua fala cantando junto as militantes : “Eu não aguento, tanta humilhação/Não tem água pra beber/Mas tem para mineração”.

Baixe o áudio das falas e do ato em mp3 na Radio Mundo Real
.

Militantes da MMM de Moçambique e do Pará denunciam exploração da Vale. Foto : Elaine Campos.

Assista o vídeo da Catarse/Convergência de Comunicação dos Movimentos Sociais :

Voir en ligne : Marcha Mundial das Mulheres

P.-S.

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