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Ilha de Gorée

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sexta-feira 25 de fevereiro de 2011, por Ana Facundes,

Fotos: Ana Facundes/Ciranda

A ilha situa-se a 3 Km da costa de Dacar e o acesso a ela se dá por balsas que saem da cidade a cada meia hora.

Estátua que simboliza o fim da escravatura.

Na Casa dos Escravos, construída em 1786, eram mantidos os escravos antes de serem embarcados para a América.

No térro, encontram-se o pátio, os quartos dos escravos domésticos e as celas.

Nestas celas, eram mantidos os escravos, depois de serem separados por idade e sexo. Havia celas para homens, mulheres, ciranças e "descapacitados".

Na parte da trás da casa, abre-se uma porta sobre o mar - a porta da "viagem sem retorno", onde atracavam os botes que levavam os escravos até os navios ou, na opinião de alguns historiadores, para atirar ao mar os cadáveres dos que não resistiam ao período de cativeiro.

A arquitetura da ilha é caracterizada pelas mansões dos mercadores de escravos.

A ilha é um ponto turístico importante da região e lá muitos artistas vivem e expõem seus trabalhos.

Como Amabou, que usa os baobás para expôr suas telas.

Também há muitas tendas de artesanato.

Assim como em Dacar, pode-se ver na ilha a figura de Ahmadú Bamba (fundador do muridismo, ordem sufi mais influente no Islã senegalês e gambiano, à esquerda) pintada em muros.