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Condamnation du Makhzen et soutien à la lutte du peuple sahraoui

Marocains furieux ont attaqué le modérateur de l’assemblée des mouvements sociaux du FSM qui lisait le texte, M. Moumni Rahmani, un Marocain lui-même, le menaçant et le maltraitant en public et le qualifiant de traître.

Communiqué Sortir du Colonialisme

" Alors que la France a entrepris une guerre au Mali au nom de la lutte contre l’occupation d’une partie de ce territoire par les forces djihadistes, elle ne dit et ne fait rien face au Maroc qui occupe illégalement le territoire d’un autre peuple."

Réfugiés subsahariens du camp de Choucha dans une grève de la faim

Quarante-et-un réfugiés subsahariens du camp de Choucha frappent aux portes du très influent Forum Social Mondial pour réclamer la dignité humaine. L’absence de reconnaissance et de solutions concrètes à Tunis les incite à entamer collectivement une grève de la faim le 29 mars 2013 devant le Haut commissariat aux réfugiés (HCR) de Tunis, mettant leur santé - déjà précaire - en danger.

Le "printemps arabe" invite le mouvement altermondialiste

Las mujeres darán el puntapié “oficial” anticipando con su asamblea mundial la apertura de la 12da edición del Foro Social Mundial (FSM) este 26 de marzo

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Lésbicas e Bissexuais pedem menos machismo e violência

lundi 3 juin 2013, par Terezinha Vicente

A XI Caminhada de Lésbicas, Bissexuais e Feministas de São Paulo, tradicional evento das mulheres na véspera da Parada LGBT, levou cerca de 2 mil pessoas às ruas contra o machismo e a lesbofobia.

"Ô abre alas que as mulheres vão passar,
com essa marcha muita coisa vai mudar,
Nosso lugar não é no forno ou no fogão,
a nossa chama é o fogo da revolução”

Ao som da Fuzarca Feminista, batucada da Marcha Mundial de Mulheres que abria a XI Caminhada de Lésbicas, Bissexuais e Feministas, em torno de 2 mil pessoas caminharam do MASP até a Praça Roosevelt na tarde do sábado, dia 1º de junho, na tradicional manifestação de mulheres que precede a Parada LGBT. O segmento quer mais visibilidade e direitos, menos machismo, violência e preconceito. Diferentemente da Parada LGBT, a Caminhada não é animada por trios elétricos e adota um discurso mais combativo, a favor da autonomia da mulher e da laicidade do Estado, contra a opressão heteronormativa.

“Se o corpo... se o corpo... se o corpo é da mulher

Ela dá prá quem quiser, inclusive outra mulher !”

Com o tema "O Estado é laico ! Construindo Direitos, desconstruindo preconceitos : Basta de Lesbofobia !", a LBL – Liga Brasileira de Lésbicas coordenou a organização da Caminhada. “Somente com a real laicidade do Estado, vamos assegurar políticas públicas, sem a interferência de felicianos, bolsonaros, malafaias e tantos outros preconceituosos que não respeitam a diversidade sexual”, falou Yasmim Nóbrega, uma das coordenadoras. “Queremos ajudar a acabar com a violência a que somos submetidas diariamente pela lesbofobia, em todos os espaços públicos e privados, invisibilizando nossas existências, menosprezando nossas dores, violentando nossas integridades !”.

"A violência contra a mulher não é o mundo que a gente quer"

Se é verdade que o segmento LGBT tem tido algumas conquistas legais, também é fato que a violência tem aumentado e outras manifestações de homo e lesbofobia também. Para as lideranças desse movimento, “o cenário político e social brasileiro nos mostra um quadro de ameaças ao Estado Laico e à existência plena de lésbicas e bissexuais, ameaçadas por várias formas de violências lesbofóbicas, como o "estupro-corretivo", o avanço de bancadas fundamentalistas no Congresso Nacional e mais intolerância à diversidade como um todo, em nossa sociedade”.

“se o Papa fosse mulher, o aborto seria legal...

Seria legal e seguro, seria legal e seguro”

Precedendo a Caminhada, a LBL também organizou com várias parceiras uma série de rodas de conversa e oficinas na União de Mulheres, entre a quarta e a sexta-feira. Do ponto de vista feminista, vários temas de interesse de lésbicas e bissexuais e da luta pela diversidade sexual foram debatidos por representantes de várias regiões do país, na perspectiva de empoderamento e autonomia das mulheres.

"Sou feminista, não abro mão... da liberdade do meu tesão"

Com muita alegria e irreverência a Caminhada parou transeuntes, lotou sacadas, principalmente na Rua Augusta. Parou para protestos em frente a lugares emblemáticos para a lesbofobia, como o teatro Comedians, onde atuam apresentadores desse tipo de comédia conhecida como “stand up”, dos quais alguns foram acusados de machistas e homofóbicos. Na Praça Roosevelt, destino final da Caminhada, o encerramento da manifestação tornou o local uma grande festa onde as DJs Barbara Deister e DjLix tocaram intercalando com as bandas Anti Corpos, Joana Flor, Luana Hansen, Santa Claus e Dona Selma vai à Feira, botando todo mundo prá dançar e celebrar.

Sobre a Liga Brasileira de Lésbicas (LBL)

A Liga Brasileira de Lésbicas/LBL é uma articulação política de mulheres lésbicas e bissexuais pela garantia efetiva da livre orientação e expressão afetivosexual. Tem como princípios o pluralismo, a autonomia, autodeterminação e liberdade, a democracia, a solidariedade ; a transparência ; a horizontalidade ; a liberdade de orientação e expressão afetivo-sexual ; a defesa do Estado laico ; a defesa dos princípios feministas e suas bandeiras ; a visibilidade lésbica ; uma posição antiracista e anticapitalista ; e combate a lesbo-homofobia. Como expressão do movimento social, a LBL se constitui como espaço autônomo e não institucional de articulação política. Criada em janeiro de 2003 durante o Fórum Social Mundial, a LBL tem atuado para alcançar a sociedade desejada por todas. Uma sociedade livre de discriminações, onde nenhuma forma de amor seja passível de preconceito ou discriminação. Em São Paulo, a LBL luta hoje para garantir efetividade nas políticas públicas, reconhecendo as especificidades lésbicas e bissexuais e sua cidadania plena.

Veja Galeria de Fotos abaixo.

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