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Lucas Fortuna, assassinado

domingo 18 de novembro de 2012, por ,

Militante ativo do Movimento Gay, em Goiânia, fundador do Grupo Colcha de Retalhos, que luta pela causa LGBT da UFG, organizador de diversas paradas gays na capital goiana, o jovem dirigente do PT lutou pela aprovação do Projeto de Lei 122, que assegura a punição à homofobia no Brasil.

O jornalista goiano Lucas Cardoso Fortuna, 28, foi encontrado morto na manhã deste domingo (18/11), na praia de Cabo de Santo Agostinho, próxima à cidade de Recife, no Estado de Pernambuco. Segundo informações de uma amiga próxima do rapaz, o corpo foi encontrado trajando apenas cueca, com sinais de espancamento e todo ensanguentado.

A amiga informou que Lucas teria ido para Cabo de Santo Agostinho a serviço da Federação Goiana de Voleibol, para ser árbitro de um campeonato. Ele teria sido visto pela última vez no hotel em que estava, na noite de sábado (17/11). Na manhã de domingo,como não foi encontrado no quarto, os amigos suspeitaram que ele estivesse desaparecido e começaram uma busca pela redondeza. A praia em que Lucas foi encontrado fica bem próxima ao hotel. O pai do rapaz foi até Recife, neste domingo, para tratar da tramitação burocrática e buscar o corpo para fazer o velório na capital goiana.

Lucas era presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), no município de Santo Antônio de Goiás, e militante ativo do Movimento Gay, em Goiânia. Além disso, foi fundador do Grupo Colcha de Retalhos, que pela causa LGBT da UFG. Organizou diversas paradas gays na capital goiana e lutou pela aprovação do Projeto de Lei 122, que assegura a punição à homofobia no Brasil.

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