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Condamnation du Makhzen et soutien à la lutte du peuple sahraoui

Marocains furieux ont attaqué le modérateur de l’assemblée des mouvements sociaux du FSM qui lisait le texte, M. Moumni Rahmani, un Marocain lui-même, le menaçant et le maltraitant en public et le qualifiant de traître.

Communiqué Sortir du Colonialisme

" Alors que la France a entrepris une guerre au Mali au nom de la lutte contre l’occupation d’une partie de ce territoire par les forces djihadistes, elle ne dit et ne fait rien face au Maroc qui occupe illégalement le territoire d’un autre peuple."

Réfugiés subsahariens du camp de Choucha dans une grève de la faim

Quarante-et-un réfugiés subsahariens du camp de Choucha frappent aux portes du très influent Forum Social Mondial pour réclamer la dignité humaine. L’absence de reconnaissance et de solutions concrètes à Tunis les incite à entamer collectivement une grève de la faim le 29 mars 2013 devant le Haut commissariat aux réfugiés (HCR) de Tunis, mettant leur santé - déjà précaire - en danger.

Le "printemps arabe" invite le mouvement altermondialiste

Las mujeres darán el puntapié “oficial” anticipando con su asamblea mundial la apertura de la 12da edición del Foro Social Mundial (FSM) este 26 de marzo

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O aumento do custo de vida e o consumo sustentável

mercredi 16 janvier 2013, par Sucena Shkrada Resk

Como não vivemos em uma bolha, acredito que muitos de nós têm percebido o aumento de preços nas gôndolas dos supermercados, nas feiras, nas padarias...enfim, no comércio e sentido literalmente no bolso. Sim, o custo de vida aumentou e muito e o que é mais delicado - afeta os gêneros de primeira necessidade - a cesta básica e outros itens importantes, como os medicamentos. A aceleração da inflação é uma realidade e a pesquisa de preços é mais que necessária junto ao consumo consciente. Acredito que esteja bem acima da faixa dos 6%, como tem sido anunciado, diante dos aumentos.

Isso me lembra anos atrás, quando víamos remarcações, quase que diárias, enquanto os salários ficavam cada vez mais defasados. Entre os itens que mais subiram, dos não-perecíveis, estão o arroz (na faixa de R$ 10 para cima - 5kg), feijão, carnes e os hortifrutigranjeiros têm oscilações muito altas. É quase uma maratona encontrar os dias de promoções e a peregrinação em diferentes locais.

Segundo a Fundação Procon, a cesta básica média do paulistano em dezembro de 2012 custava R$ 377,26, acima da média da inflação. É só fazer a conta : o salário mínimo era R$ 622 e passou para R$ 678 (reajuste de 9%).

Bem, onde quero chegar com essa reflexão ? Que a realidade é de tempos difíceis e cada vez mais emerge a necessidade do equilíbrio entre economia, meio ambiente e o aspecto social. E que a cultura do desperdício tem de ser eliminada. Já na fase da colheita é desperdiçada cerca de 11 mi toneladas, segundo pesquisa feita pelo Instituto Ethos. Nessa cadeia, 30% da comida que para no lixo são no contexto das feiras-livres e dos Centros de Abastecimento (Ceasa), de acordo com levantamento do Centro de Agroindústria de Alimentos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

E nós consumidores ? Compramos o necessário, fazemos a otimização de tudo, aproveitando cascas, por exemplo etc ? Optamos por ter hortas caseiras ou coletivas ? Ficamos atentos a esses aumentos - que podem ser abusivos ? Fazemos pesquisas de preços ? Há vários pontos que nos levam a reavaliar nosso papel...

Blog Cidadãos do Mundo - jornalista Sucena Shkrada Resk - www.twitter.com/SucenaSResk

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