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Condamnation du Makhzen et soutien à la lutte du peuple sahraoui

Marocains furieux ont attaqué le modérateur de l’assemblée des mouvements sociaux du FSM qui lisait le texte, M. Moumni Rahmani, un Marocain lui-même, le menaçant et le maltraitant en public et le qualifiant de traître.

Communiqué Sortir du Colonialisme

" Alors que la France a entrepris une guerre au Mali au nom de la lutte contre l’occupation d’une partie de ce territoire par les forces djihadistes, elle ne dit et ne fait rien face au Maroc qui occupe illégalement le territoire d’un autre peuple."

Réfugiés subsahariens du camp de Choucha dans une grève de la faim

Quarante-et-un réfugiés subsahariens du camp de Choucha frappent aux portes du très influent Forum Social Mondial pour réclamer la dignité humaine. L’absence de reconnaissance et de solutions concrètes à Tunis les incite à entamer collectivement une grève de la faim le 29 mars 2013 devant le Haut commissariat aux réfugiés (HCR) de Tunis, mettant leur santé - déjà précaire - en danger.

Le "printemps arabe" invite le mouvement altermondialiste

Las mujeres darán el puntapié “oficial” anticipando con su asamblea mundial la apertura de la 12da edición del Foro Social Mundial (FSM) este 26 de marzo

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O guarda e o skatista

lundi 7 janvier 2013

Ação da GCM na Praça Roosevelt contra skatistas é gravada e mostra a truculência da guarda paulistana. Envolvidos foram afastados, mas ativistas querem punição

O vídeo gravado por um das vítimas mobilizou protestos pela internet e pressões diretas do movimento #ExisteAmorEmSP, pedindo o afastamento dos membros da Guarda Civil Metropolitana que, no dia 4 de janeiro, agrediram skatistas na Praça Roosevelt, em São Paulo.

Uma cena de enforcamento praticado por um guarda em trajes civis contra um jovem, com a conivdencia de outros agentes fardados, o uso do gás de pimenta e agressões verbais foram registradas no vídeo, permitindo a identificação dos responsáveis pelas autoridades.

Em nota oficial, a Prefeitura posicionou-se contra o comportamento dos guardas e comunicou seu afastamento. Mas os protestos continuam, exigindo a punição dos agressores, com a exoneração. "Esse cara jamais poderia estar tratando com a população.", diz uma ativista do movimento paulistano que ligou para a Guarda Civil para cobrar explicações e providências. Deram-lhe o número da assessoria de imprensa da instituição, compartilhado na rede (11 3124-5117) . "Agora é manter a pressão, deixando claro que estaremos acompanhando até o fim das investigações !", diz outro ativista.

O movimento #ExisteAmoremSP nasceu de uma ação autoconvocada no final de 2012, durante as eleições municipais, para alertar contra as vertentes conservadoras e ameaças fascistas presentes na disputa. Participaram vários coletivos da cidade, mas o grande impulsionador foi a Casa Fora do Eixo.

O primeiro alvo da ação foi o candidato Celso Russomano, que não conseguiu chegar ao segundo turno. A partir daí, a ação foi direcionada para expressar as virtudes políticas e culturais da cidade, sufocadas por sucessivas gestões opressoras. O petista Fernando Hadad, candidato à sucessão do prefeito Gilberto Kassab, acabou beneficiado no enfrentamento com o tucano José Serra.

As grandes mensagens públicas do #ExisteAmorEmSP, que adotou a cor rosa para demonstrar um sentimento mais feminino latente na cidade, se deram na Praça Rooselvet, também chamada por ativistas de Praça Rosa, desde então.

Passadas as eleições, #ExisteAmorEmSP continua mobilizado, vigiando para influenciar políticas e, como no caso do comportamento flagrado da Guarda Civil, denunciar e fazer frente à opressão.

P.-S.

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