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Em 17 de outubro jovens e adolescentes promovem atividades nas cinco regiões do Brasil pela democratização da comunicação

Contraconferência à SIP. Confira o programa

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Liberdade de expressão para quem?

Cartazes da campanha "Para expressar a liberdade" tomam conta da rede nesta segunda-feira, dia 15, em ato de contraponto à conferência da SIP, associação de imprensa que não representa o movimento de comunicação

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.



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Organização de Mulheres Negras faz denuncia a OEA

quarta-feira 24 de outubro de 2012, por Vanessa Cruz

A Organização dos Estados Americanos (OEA) agendou audiência temática sobre as mulheres negras brasileiras para o dia 1º de novembro, durante a próxima sessão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, D.C.. A audiência foi solicitada pela Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) a fim de denunciar o Estado brasileiro pela ausência de políticas públicas para as mulheres negras.

De acordo com a secretária executiva da AMNB, Simone Cruz, o propósito é “levar informações à CIDH sobre os graves problemas enfrentados pelas as mulheres negras no âmbito dos direitos humanos no campo da saúde e do trabalho doméstico no Brasil”.

Segundo estudo realizado pela AMNB, as mulheres negras são campeãs no exercício do trabalho doméstico sem os direitos trabalhistas garantidos e nas taxas de mortalidade por morte materna em consequência de complicações durante a gravidez, o parto e o puerpério.

O estudo também aponta que, para além dos fatores biológicos e comportamentais individuais, há a existência de outros elementos que criam condições desfavoráveis para as mulheres negras brasileiras “Há determinantes sociais da saúde marcados pela ação do racismo patriarcal que causam um impacto diferenciado sobre as mulheres negras”, afirma o documento que será apresentado na OEA.

Além de Simone Cruz, acompanharão a audiência da Organização dos Estados Americanos a presidente do Geledes – Instituto da Mulher Negra, Nilza Iraci, e o diretor de Programa para a America Latina da Global Rights, Carlos Quesada.

Ver online : AMNB

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