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Megaeventos geram violação de direitos de crianças e adolescentes

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Recurso do Ministério Público Federal não impede a continuação das obras de Belo Monte

O Tribunal Regional Federal (TRF) da primeira Região autorizou o retorno das atividades do Consórcio Construtor Belo Monte na última sexta-feira (20).

Novos estádios da copa refletem mercantilização do futebol

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Pesquisas revelam dados alarmantes sobre os gastos para a copa de 2014

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O aumento do custo de vida e o consumo sustentável

quarta-feira 16 de janeiro de 2013, por Sucena Shkrada Resk

Como não vivemos em uma bolha, acredito que muitos de nós têm percebido o aumento de preços nas gôndolas dos supermercados, nas feiras, nas padarias...enfim, no comércio e sentido literalmente no bolso. Sim, o custo de vida aumentou e muito e o que é mais delicado - afeta os gêneros de primeira necessidade - a cesta básica e outros itens importantes, como os medicamentos. A aceleração da inflação é uma realidade e a pesquisa de preços é mais que necessária junto ao consumo consciente. Acredito que esteja bem acima da faixa dos 6%, como tem sido anunciado, diante dos aumentos.

Isso me lembra anos atrás, quando víamos remarcações, quase que diárias, enquanto os salários ficavam cada vez mais defasados. Entre os itens que mais subiram, dos não-perecíveis, estão o arroz (na faixa de R$ 10 para cima - 5kg), feijão, carnes e os hortifrutigranjeiros têm oscilações muito altas. É quase uma maratona encontrar os dias de promoções e a peregrinação em diferentes locais.

Segundo a Fundação Procon, a cesta básica média do paulistano em dezembro de 2012 custava R$ 377,26, acima da média da inflação. É só fazer a conta: o salário mínimo era R$ 622 e passou para R$ 678 (reajuste de 9%).

Bem, onde quero chegar com essa reflexão? Que a realidade é de tempos difíceis e cada vez mais emerge a necessidade do equilíbrio entre economia, meio ambiente e o aspecto social. E que a cultura do desperdício tem de ser eliminada. Já na fase da colheita é desperdiçada cerca de 11 mi toneladas, segundo pesquisa feita pelo Instituto Ethos. Nessa cadeia, 30% da comida que para no lixo são no contexto das feiras-livres e dos Centros de Abastecimento (Ceasa), de acordo com levantamento do Centro de Agroindústria de Alimentos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

E nós consumidores? Compramos o necessário, fazemos a otimização de tudo, aproveitando cascas, por exemplo etc? Optamos por ter hortas caseiras ou coletivas? Ficamos atentos a esses aumentos - que podem ser abusivos? Fazemos pesquisas de preços? Há vários pontos que nos levam a reavaliar nosso papel...

Blog Cidadãos do Mundo - jornalista Sucena Shkrada Resk - www.twitter.com/SucenaSResk

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