Para que outro mundo seja possível, é preciso reinventar a comunicação


Acesso desigual
A neutralidade da internet em risco

O acordo entre a Verizon e a Google para um uso da Internet a duas velocidades pode significar o fim da rede como é atualmente. Para Josh Silver, da Free Press, a Google junta-se às fileiras das más empresas que fazem tudo para lucrar às custas do consumidor


“Veja se transformou no maior fenômeno de anti-jornalismo”

Pesquisa da PUC aponta o que já se suspeitava: o jornalismo da revista Veja está longe de ser (bom) exemplo. Veja entrevista do jornalista Fábio Jammal Makhoul ao Escrevinhador

Limite da Propriedade de Terra
Spots estimulam participação no plebiscito sobre a terra

Produções para o rádio com um minuto de duração tratam da questão da terra de maneira leve e pedagógica. Conteúdo pode ser reproduzido gratuitamente e insentiva a participação no Plebiscito pelo Limite da Propriedade de Terra.



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Espírito Santo realiza o I encontro do Fórum Permanente de Educação Afro-brasileira do Estado.

sexta-feira 19 de dezembro de 2008, por Geovan João Alves da Silva

No dia 12 de novembro de 2008, aconteceu na UFES - Universidade Federal do Espírito Santo o I encontro do Fórum Permanente de Educação Afro-brasileira; compartilhado a este também foi realizado a abertura do curso de pós-graduação em nível de aperfeiçoamento - “Educação para relação étnico-racial”. Realização: Centro de Educação/UFES, Secretaria Estadual de Educação/SEDU, Programa de Pós-Graduação em Educação - PPGE/CE/UFES; e Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros - NEAB/UFES. O Curso de Formação Continuada de Professores - Estudos Afro-Brasileiros - I Curso Educação para as Relações Étnico-Racial Afro-Brasileira, nível de pós-graduação lato sensu, categoria aperfeiçoamento, tem como objetivo o estudo e pesquisa relativos à história da África, dos afro-descendentes e à Educação das Relações Étnico-Raciais, com ênfase na organização curricular e no trabalho pedagógico para a Educação Básica. Nesse sentido, pretende promover a formação de profissionais que atuam no ensino fundamental e médio, função docente e/ou pedagógica, atendendo a titulação mínima exigida pela legislação educacional em vigor, tendo como perspectiva preparar educadores para uma atuação profissional que vai além da docência, dando conta da gestão dos processos educativos e pesquisas que acontecem na escola e no seu entorno. A Coordenadora Geral de Diversidade SECAD/MEC - Profª. Drª. Leonor Franco de Araújo, fez uma apresentação do Fórum e explanou sobre a importância do mesmo para o fortalecimento da implementação da LEI 10.639/03; e o papel social, fiscalizador, impulsor, parceiro; e colaborador que terá junto aos profissionais da Educação no que tange as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Não se trata de criar nova disciplina no currículo, mas inserir os conteúdos nas disciplinas do ensino fundamental, médio; e superior nas escolas publicas e privadas. Outro tema abordado foi à formação de professores, que é um dos pontos relevantes para cumprir o que determina a Lei nº 10.639/2003. As religiões de Matrizes Africana sempre presente nos encontros, teve uma participação muito ativa e importante na formação e composição do Fórum Permanente de Educação Afro-brasileira - será representada por mim, Geovan de Xangô; e por meu irmão que é Professor - Pai Geová D’Oluaiyê Táta de Inkisses. Mostrando que as Religiões e os Quilombolas são uns dos principais atores dentro desta discussão; e que a verdadeira história seja contada mostrar que até hoje as Religiões de Matrizes Africana e suas casas são verdadeiros núcleos duros de resistência da cultura negra. Elas são muito mais que centros religiosos. São territorialidades negras dentro das regiões urbanas e rurais, sendo o principal símbolo de resistência dos afro-descendentes no Brasil. E que pedagogicamente não se deva falar das religiões de forma confessional ou litúrgica. Os negros sempre sofreram com a intolerância religiosa porque o Brasil não assume o quanto é plural e diverso, no entanto, o quadro mudou muito, por influência do movimento negro. Hoje os negros não têm mais vergonha de usar suas contas; hoje o povo do santo está mais ereto, com a cabeça erguida. Alguns fatos têm contribuído para que as mudanças ocorram mais ràpidamente: Mobilização dos Religiosos afro-brasileiros e simpatizantes para um olhar mais sensível e atento para o ãmago das Religiões de Matrizes Africanas; Valorização da tradição e história oral, preservando as riquezas culturais e a memória coletiva; Incentivo a Pesquisa e história de Lideranças afro-religiosas propiciando organização de acervo, sensibilizando educadores e/ou profissionais em educação para que incluam em projetos pedagógicos a temática étinico-racial religiosa; Fortalecimento da auto-estima das crianças e adolescentes afro-descendentes religiosos, incentivando-os na busca do conhecimento de suas raízes; Contribuir no processo de resgate de auto-estima e identidade do povo negro impondo barreiras frente à intolerância Religiosa e racial; Respeito aos mais velhos, valorizando sua memória e sabedoria na preservação da cultura e história ancestral; e, Consolidação dos terreiros como espaço de resistência, vida, saúde, acolhimento e cuidado com o outro, resgatando desta forma seu verdadeiro papel na sociedade.

2 Mensagens de fórum

  • RESUMO DE PESQUISA. A pesquisa envolveu 1728 estudantes universitários (33 diferentes cursos) de 11 instituições de ensino superior (ES, RS, DF, MG, SP), tendo como objetivo analisar o nível de percepção do segmento universitário frente a problemática do Tabagismo. A pesquisa, em se tratando especificamente do segmento universitário da tentativa de abrangência nacional, pode ser considerada como base para outras pesquisas complementares. O instrumento da pesquisa foi estruturado pelo Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA – UNIVIX, e aplicado pelos autores em estudantes de suas instituições de ensino, sendo os dados coletados tabulados (SPSS) pelo NEPA. O Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental está estruturando uma nova pesquisa com estudantes do ensino fundamental e médio com objetivo de analisar as fontes de motivação que levam este segmento de estudantes a iniciar o vício de fumar.

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  • O Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA - criado há seis anos e sem fins lucrativos - está realizando uma pesquisa na Região da Grande Vitória (4 municípios - ES) - voltada ao estudo da percepção ambiental da sociedade frente à problemática (causas, efeitos, prós e contras) das Mudanças Climáticas. Os interessados pela pesquisa podem contatar roosevelt@ebrnet.com.br

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