Ciranda internacional da comunicação compartilhada

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.

Com dinheiro público, Kassab compra revista por R$493 mil

Uma semana depois, o prefeito de São Paulo, que recebe um dos piores índices de rejeição, foi capa da Veja São Paulo, do mesmo grupo editorial, com a manchete: "Será que estamos sendo justos com ele?".

Participação social é a marca do governo Chávez, diz Eva Golinger

Antes da primeira eleição de Chávez, a Venezuela “era um país onde as pessoas se sentiam invisíveis, não se identificavam com seu processo político. Agora é um país onde elas pensam, criticam, debatem, participam”.

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Milhares de pessoas foram até o Palácio Miraflores comemorar a vitória de Chávez e ouvir o presidente.



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Em caravanas a Dakar

Direito de ir e vir livremente.

terça-feira 1º de fevereiro de 2011, por Victor Zacharias

Ativistas rumam à cidade do FSM reclamam direito à livre circulação pelas fronteiras e justiça social.

No dia 25 de janeiro começou oficialmente no Fórum Social Mundial a Caravana pela Liberdade de Circular e do Desenvolvimento Justo, que é organizada e dirigida pela "África-Europa-Interact-Net" de Bamako(capital de Mali).

Durante a marcha os ativistas gritavam pelo seu direito de ir e vir sem necessidade de licença. O grupo de " Sans Papiers" da França, reclamava das fronteiras fechadas aos que estão "sem documentos". Um militante mais exaltado dizia: - " a imigração é um direito. Circular livremente é um direito. Ficar onde você quer, é um direito. É inadimissível que uma nação como a França que declara ser democrata, declara viver sob o estado de direito, crie deportados e ilegais, os sem papéis. Ontem usaram os malinenses para fazer a primeira e a segunda Guerra Mundial, hoje usam os africanos.

Eles precisam dos nossos recursos naturais, e hoje são os africanos que eles querem destruir. Isso é inaceitável". Uma militante também protestou: - "Nós não queremos viver sob a escravidão do ocidente. Nós estamos cansados. Circular livremente é um direito. Nós reclamamos a nossa liberdade. Estamos cansados da escravidão. Eu insisto que esta mensagem chegue aos ocidentais. Nós estamos cansados !".

O último grupo que chegou foi os dos alemães, e depois dos protestos, durante a formção da Caravana pela Livre Circulação e Desenvolvimento Justo, aconteceu a primeira grande assembléia dos 230 ativistas do Mali, Congo, França, Espanha, Holanda, Alemanha, Aústria.

P.S.

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