Ciranda internacional da comunicação compartilhada

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.

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Uma semana depois, o prefeito de São Paulo, que recebe um dos piores índices de rejeição, foi capa da Veja São Paulo, do mesmo grupo editorial, com a manchete: "Será que estamos sendo justos com ele?".

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Antes da primeira eleição de Chávez, a Venezuela “era um país onde as pessoas se sentiam invisíveis, não se identificavam com seu processo político. Agora é um país onde elas pensam, criticam, debatem, participam”.

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Milhares de pessoas foram até o Palácio Miraflores comemorar a vitória de Chávez e ouvir o presidente.



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Basta de massacres contra o povo kurdo na Turquia

sexta-feira 30 de dezembro de 2011, por Yilmaz Orkan

Todas as versões desta matéria: [English] [Português do Brasil]

Aviões de guerra massacraram 36 crianças e jovens nos ataques aéreos de 28.12.2011.

Resultado do autoritarismo conferido pelo governo da Turquia às suas forças armadas para atacar qualquer forma de vida na área do Kurdistão, aviões de guerra turcos iniciaram um processo de massacres sistemáticos contra o povo kurdo. Essa matança sistemática tirou a vida de 36 kurdos depois que caçasbF-16 atacaram os arredores da aldeia de Roboski usando gas e bombas ilegais.

Um aldeão ferido no ataque disse que eles foram detidos e cercados por soldados. Em seguida os soldados se foram e os caças entraram em cena. O aldeão também relatou que as bombas arremessadas sobre eles espalharam um cheiro amargo, eram inflamáveis e os deixou sem ar. O chefe do staff turco declarou que o ataque aéreo obedeceu ordens e culpou os kurdos por estarem no local naquele momento. Ele também disse que o ataque foi feito após detecçao feita por avião não tripulado, fornecido por Israel e Estados Unidos.

Estas declarações provam que o ataque foi feito com a permissão do governo AKP, planejado pelo Comandante do grupo e implementado com apoio tecnológico e de inteligência dos Estados Unidos.

A opinião pública está consciente de que mais de 5000 mil curdos civis foram presos nos últimos dois anos, incluindo representantes políticos, deputados, escritores, jornalistas, intelectuais, prefeitos e crianças. Em paralelo a esta campanha de genocídio politico, as Forças Armadas turcas tem conduzido operações militares e usado armas químicas para massacrar as guerrilhas kurdas e queimar seus corpos.

Alguns meses atrás uma família de 7 pessoas, incluindo 2 crianças, foi brutalmente dizimada na região de Qandil por ataques nas fronteiras feitos pelas Forças Aéreas turcas.

Essas operações políticas e militares aconteceram em meio ao silêncio da comunidade internacional, e o estado turco se sentiu seguro o bastante para prosseguir e fazer um banho de sangue no Kurdistão, sendo que o último ocorreu na Aldeia de Roboski, na Província de Sirnak, e tirou a vida de 36 jovens kurdos, bem no florescer de suas vidas, e com um número de mortes que deve aumentar.

O Estado Turko acrescentou mais uma atrocidade e massacre à sua história de crimes contra a humanidade. Outros Estado que silenciaram diante disso e apoiaram o Estado Turco e suas Forças Armadas também são responsáveis.

O que os Estados que interviram no Oriente Médio justificando isso com o argumento de que armas estavam sendo usadas contra civis irão dizer sobre o governo turco que bombardeia seus próprios civis com aviões? Esta hipócrita política de duas caras contra os kurdos precisa ter fim. Ou estarão estes Estados utilizando a retórica dos direitos humanos e democracia para seus interesses pessoais e propaganda?

Como um kurdo vivendo na Europa, eu não aceito os massacres que estão sendo promovidos contra meu povo. Nós não merecemos este tratamento e faremos tudo para que a justiça seja feita. Eu conclamo a opinião pública democrática e todos os ativistas e defensores dos direitos humanos para que apoiem o povo kurdo.

Este é meu apelo para a opinião pública e organismos internacionais:

- Que condenem e digam basta ao massacre sistemático do povo kurdo pelo Estado Turco.

- Que peçam o im do apoio militar oferecido à República Turca, especialmente pelos EUA e União Europeia, e pelo congelamento das relações políticas e econômicas.

- Que peçam pelo julgamento da República Turca em uma corte internacional pelos crimes de guerra e contra os direitos humanos

- Que conclamem a União Europeia e as Nações Unidas a integrarem uma comissão para investigar o incidente na aldeia Roboski.

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