Ciranda internacional da comunicação compartilhada

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.

Com dinheiro público, Kassab compra revista por R$493 mil

Uma semana depois, o prefeito de São Paulo, que recebe um dos piores índices de rejeição, foi capa da Veja São Paulo, do mesmo grupo editorial, com a manchete: "Será que estamos sendo justos com ele?".

Participação social é a marca do governo Chávez, diz Eva Golinger

Antes da primeira eleição de Chávez, a Venezuela “era um país onde as pessoas se sentiam invisíveis, não se identificavam com seu processo político. Agora é um país onde elas pensam, criticam, debatem, participam”.

Venezuela: Socialismo triunfa e enche América Latina de esperança

Milhares de pessoas foram até o Palácio Miraflores comemorar a vitória de Chávez e ouvir o presidente.



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Manifesto em defesa de Pedro Quezada

quarta-feira 27 de junho de 2012

A Educação não se vende, a juventude não se rende, a liberdade não se prende: Liberdade imediata para Pedro Quezada!!!

Na cidade de Valparaíso, no dia 28 de junho, próxima quinta-feira, vai acontecer uma nova audiência do processo criminal contra Pedro Quezada. O estudante chileno, preso em 28 março, está sendo acusado por ter supostamente lançado uma bomba “coquetel molotov” em direção aos “carabineros”, pelotão especial das forças policiais chilenas. As autoridades determinaram 80 dias de investigação, mas não permitiram que o estudante pudesse se defender em liberdade, alegando que o mesmo é um perigo para a sociedade, mesmo depois que a perícia técnica demonstrou que ele não havia manipulado nenhum tipo de artefato incendiário no dia de sua detenção. Pedro Quezada foi preso, junto com mais 67 colegas, após um ato dos estudantes da Universidade de “Playa Ancha”, quando os famosos carabineros invadiram ilegalmente o campus para reprimir a manifestação, ferindo totalmente o princípio da autonomia universitária. Esses acontecimentos são parte da política do governo Piñera de criminalização dos movimentos sociais e, principalmente, do movimento estudantil, que faz uma luta histórica e heróica há mais de um ano por educação pública, gratuita e de qualidade. Lutas em defesa da educação estão acontecendo em diversas partes do mundo, demonstrando que a juventude e os trabalhadores não vão permitir que os governantes ataquem nosso direito ao ensino de qualidade. Chile, Espanha, Canadá e, agora, Brasil. Muitas línguas, mas uma única voz em defesa da educação. As organizações – entidades estudantis, sindicais e movimentos sociais – que assinamos este manifesto exigimos do governo Piñera a libertação imediata do estudante Pedro Quezada. Da mesma forma, repudiamos qualquer perseguição, repressão ou prisão dos ativistas chilenos que estão mobilizados na luta contra a privatização da educação pública em seu país.

Liberdade imediata para Pedro Quezada! Educação não é mercadoria! Muitos jovens, uma só luta!

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