Ciranda internacional da comunicação compartilhada

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.

Com dinheiro público, Kassab compra revista por R$493 mil

Uma semana depois, o prefeito de São Paulo, que recebe um dos piores índices de rejeição, foi capa da Veja São Paulo, do mesmo grupo editorial, com a manchete: "Será que estamos sendo justos com ele?".

Participação social é a marca do governo Chávez, diz Eva Golinger

Antes da primeira eleição de Chávez, a Venezuela “era um país onde as pessoas se sentiam invisíveis, não se identificavam com seu processo político. Agora é um país onde elas pensam, criticam, debatem, participam”.

Venezuela: Socialismo triunfa e enche América Latina de esperança

Milhares de pessoas foram até o Palácio Miraflores comemorar a vitória de Chávez e ouvir o presidente.



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Countrycore

Muitas bandas e protesto contra o prefeito no show do Matanza

terça-feira 30 de agosto de 2011, por Victor Zacharias

Durante o show que lotou o espaço no Clube Regatas Tiête, no dia 13 de agosto, o vocalista, Jimmy London, protestou contra o fechamento de uma casa de shows para bandas alternativas chamada Kazebre, o público automaticamente aderiu gritando palavras de ordem, como mostra o vídeo.

No Clube de Regatas Tietê em São Paulo, em uma data bem apropriada ao tipo de evento: 13 de agosto, aconteceu o show da Matanza, e os metaleiros compareceram em massa.

Matanza é uma banda de rock and roll do Rio de Janeiro. Ela começou em 1996 e sua música é uma mistura de hardcore punk, country e heavy metal, formando assim, o gênero que a mídia intitulou de "countrycore".

Antes da atração principal entrar no palco, várias bandas tocaram para animar a moçada, em sua grande maioria vestida de preto, muitos tatuados e com piercings que dançavam quase sem parar.

Um pouco depois da banda Cáustica, a única banda que se apresentou formada somente por mulheres, que veio de Minas Gerais, entrava o grupo do Matanza causando delírio na platéia.

A primeira música começa assim: Era pra frear e eu acelerei, e a platéia cantou em uníssono esta e todas as outras letras, o envolvimento e a concetração eram totais, acompanhavam os gestos do líder da banda, Jimmy London, (brasileiro nascido no Rio de Janeiro em 1975). Após este início catártico, o Jimmy faz um protesto contra o fechamento do Kazebre, local tradicional de shows de rock que fica na Av. Aricanduva, 1200, no bairro de São Mateus em São Paulo, pela prefeitura. O Kazebre é uma casa popular, isto é, têm preços acessíveis para a maioria da população, é ponto conhecido de shows dos grupos alternativos, que tem pouco espaço para se apresentar na cidade de São Paulo. E todos irritados com esta ação da prefeitura aderiram ao protesto mandando o Kassab para aquele lugar: " Ei, Kassab vai..."

Assista no vídeo um trecho deste protesto.

P.S.

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