Ciranda internacional da comunicação compartilhada

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.

Com dinheiro público, Kassab compra revista por R$493 mil

Uma semana depois, o prefeito de São Paulo, que recebe um dos piores índices de rejeição, foi capa da Veja São Paulo, do mesmo grupo editorial, com a manchete: "Será que estamos sendo justos com ele?".

Participação social é a marca do governo Chávez, diz Eva Golinger

Antes da primeira eleição de Chávez, a Venezuela “era um país onde as pessoas se sentiam invisíveis, não se identificavam com seu processo político. Agora é um país onde elas pensam, criticam, debatem, participam”.

Venezuela: Socialismo triunfa e enche América Latina de esperança

Milhares de pessoas foram até o Palácio Miraflores comemorar a vitória de Chávez e ouvir o presidente.



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Refugiados no Senegal participam do FSM

segunda-feira 7 de fevereiro de 2011, por Ana Facundes, Jean Baptiste, Magali Honório, Terezinha Vicente

Khardiata Sarr, refugiada da Mauritânia

Khardiata Sarr chegou da Mauritânia há 13 anos, após ter sido violentada juntamente com sua avó, quando já havia perdido pai e mãe na guerra. Afirma que em seu país, é comum as mulheres sofrerem violência sexual e todos sofrerem torturas durante os conflitos étnicos. Ela monta bijuterias que vende, dia após dia, buscando basicamente comer. Khardiata diz procurar trabalho, mas que não encontra, e precisa pagar 25.000 CFA (francos senegaleses) por um quarto onde vive com os três filhos.

Ramata Hott, refugiada da Costa do Marfim

Ramata Adama Hott, 44 anos, chegou da Costa do Marfim há 21 anos. Hoje, ela vive com seus 5 filhos no Senegal. Sai diariamente para tentar conseguir comida e voltar no fim do dia para cozinhar algo para os filhos. Um ano depois, chegou ao país Abdoulaye Fall, 51 anos, que vive em Dacar com sua esposa e 4 filhos. Seynabou Toure tem 30 anos e chegou em 2002.

Suas histórias têm muito em comum – além do fato de terem saído da Costa do Marfim por conflitos étnicos, eles não têm vontade de voltar ao seu país, pois temem a segregação racial, mas vivem em condições difíceis no Senegal. Segundo eles, vieram trazer ao Fórum sua reivindicação de que o governo do Senegal reconheça sua condição de refugiados e ofereçam assistência.

No destaque, Adinasu, refugiado da Etiópia

Refugiados da Mauritânia, Costa do Marfim, Etiópia, Eritreia, Serra Leoa, Congo, Darfur, Guiné, Libéria e Togo participam do Fórum Social Mundial em Dacar na esperança de denunciar sua situação e exigir mudanças. Na Universidade Cheikh Anta Dipo, onde estão sendo desenvolvidas a maioria das atividades do Fórum, tendas promovem debates relacionados aos refugiados, próximo ao prédio do IFAM. Amanhã, dia 8, haverá um grande debate às 15h, reunindo refugiados de diversos países.

Fotos: Ana Facundes

1 Mensagem

  • Refugiados no Senegal participam do FSM 14 de junho de 2011 10:59, por ISMAEL NASCIMENTO

    ALEM DESSES AFRICANOS DEIXAREM SEUS PAISES DE ORIGEM EM PESSIMAS CONDIÇOES, POR CAUSA DE UMA MALDITA QUERRA QUE PRECE NAO TER FIM, AINDA TEM QUE LUTAR POR DIREITO QUE TODO MUNDO SABE QUE ELES TEM,FORÇAS PARCEIROS VOU FICAR NATORCIDA.

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