Ciranda internacional da comunicação compartilhada

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.

Com dinheiro público, Kassab compra revista por R$493 mil

Uma semana depois, o prefeito de São Paulo, que recebe um dos piores índices de rejeição, foi capa da Veja São Paulo, do mesmo grupo editorial, com a manchete: "Será que estamos sendo justos com ele?".

Participação social é a marca do governo Chávez, diz Eva Golinger

Antes da primeira eleição de Chávez, a Venezuela “era um país onde as pessoas se sentiam invisíveis, não se identificavam com seu processo político. Agora é um país onde elas pensam, criticam, debatem, participam”.

Venezuela: Socialismo triunfa e enche América Latina de esperança

Milhares de pessoas foram até o Palácio Miraflores comemorar a vitória de Chávez e ouvir o presidente.



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Santa Cruz recebe artistas da Rede Latinoamericana de Teatro em Comunidade.

Residência cultural leva participantes da Cúpula dos Povos à periferia carioca.

sábado 16 de junho de 2012, por Simone Ricco

Acolhidos pela Casa da Rua do Amor, participantes da Cúpula do Povos fazem de Santa Cruz a "primeira escala" de sua viagem ao Brasil.

Iniciado em 13 de junho, na Casa da Rua do Amor, um intercâmbio entre artistas dedicados ao teatro comunitário integrou Santa Cruz ao roteiro da Cúpula dos Povos. A visita foi articulada por Reinaldo Santana, integrante da Rede Latinoamericana de Teatro em Comunidade. Idealizador deste encontro de teatro comunitário durante a Cúpula, Reinaldo diz que a imersão dos participantes estrangeiros em sedes de grupos de teatros comunitários cariocas é uma estratégia para o alcance do objetivo desta Rede Latinoamericana que aglutina projetos que pretendem “construir uma pesquisa com teatro comunitário; a fim de promover a reflexão, troca e construção de um pensamento baseado na vivência em conjunto (Grupo-Comunidades)”. Intitulada “Ser Hermano”, a residência cultural foi a primeira atividade de um grupo formado por quatro atores argentinos e uma encenadora italiana que darão continuidade a estadia brasileira com atividades no Dona Marta e em Manguinhos. Em sua primeira vinda ao Brasil, a diretora e autora italiana Manuela Tamietti se deparou com uma realidade muito diferente daquela vista nos cartões postais da Cidade Maravilhosa. Nas ruas em torno da Casa Rua do Amor, ela realizou registros fotográficos desta região ocultada no retrato da Cidade. Em sintonia com a troca solidária, falou da concepção de seus espetáculos implicados com a educação ambiental, nos quais utiliza a reciclagem para a produção de figurinos e cenários que podem ser vistos em http://www.manuelatamietti.it/index.php. Para efetivar a troca, a encenadora propôs enviar materiais recicláveis recolhidos na Itália para serem utilizados em oficinas de criação e cenários de espetáculos do grupo de teatro comunitário da Casa da Rua do Amor. Estudantes de teatro do Instituto Superior de Arte e Comunicação ISAC de Catamarca Juan Pablo Navarro, os argentinos Paula Quillotay, Daniel Romero e Mario Castro Canelo permaneceram na Casa da Rua do Amor por três dias, nos quais participaram de uma imersão teatral conduzida por Luiz Vaz, passando a conhecer alguma teoria e prática sobre o Teatro do Oprimido desenvolvido no Brasil por Augusto Boal e desconhecido pelos estudantes. Em contrapartida, os visitantes realizaram algumas dinâmicas utilizadas em seu curso universitário e nos espetáculos em que atuaram. A agenda dos argentinos incluiu também uma caminhada pelas ruas do bairro Saquaçu, (re)conhecendo a extrema periferia carioca e experimentando a alma encantadora dessas ruas marcadas por precariedade na urbanização e por inusitados tipos de comércio e pessoas típicos de um subúrbio carioca que não é reproduzido na novela global tipo exportação, mas pode ser visto ao vivo em Urucânia, sub bairro de Santa Cruz. A convivência curta contou com rodas de capoeira, danças afro-brasileiras e permitiu rodas de conversa que ativaram a circulação de conhecimento sobre Brasil e Argentina, antecipando o encontro de povos que integram a Cúpula e desejam fortalecer diálogos que ajudem os cidadão de diferentes partes do mundo a gerar estratégias para estabelecer a sustentabilidade.

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