Ciranda internacional da comunicação compartilhada

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.

Com dinheiro público, Kassab compra revista por R$493 mil

Uma semana depois, o prefeito de São Paulo, que recebe um dos piores índices de rejeição, foi capa da Veja São Paulo, do mesmo grupo editorial, com a manchete: "Será que estamos sendo justos com ele?".

Participação social é a marca do governo Chávez, diz Eva Golinger

Antes da primeira eleição de Chávez, a Venezuela “era um país onde as pessoas se sentiam invisíveis, não se identificavam com seu processo político. Agora é um país onde elas pensam, criticam, debatem, participam”.

Venezuela: Socialismo triunfa e enche América Latina de esperança

Milhares de pessoas foram até o Palácio Miraflores comemorar a vitória de Chávez e ouvir o presidente.



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Tunísia: o FSM caminha pelo Norte da África

segunda-feira 11 de abril de 2011, por WSF Bulletin/Boletim FSM , Rita Freire

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Participantes dos processos do Fórum Social Mundial, Africano e Tunesino fazem visita em apoio aos levantes contra as ditaduras e em solidariedade aos refugiados

Foto: Nicolas Haeringer

Entre os dias 1 e 5 de Abril, um grupo de organizações do Conselho Internacional do FSM cumpriu uma jornada de visitas às cidades de Tunis, Kasserine e Sid Bouzid, na Tunisia, e ao acampamento de refugiados Choucha, em Ras Jédir, na fronteira com a Líbia, para expressar a solidariedade e apoio ao processo de transformação iniciado pelo povo tunesino, com a derrubada do ditador Zine El Abidine Ben Ali, e seguido de revoltas ao Norte da África, a exemplo do Egito, onde o povo foi às ruas e afastou o ditador Hosni Mubarak do comando do país.

As cidades visitadas tiveram papel decisivo nos levantes, especialmente com a mobilização da juventude em luta por dignidade e trabalho, e resistiram incessantemente aos processos brutais de repressão que deixaram um grande saldo de mortos e feridos. São também lugares que seguem pressionando por mudanças efetivas, a exemplo das famílias das vítimas, que prometem não descansar enquanto não conseguirem justiça para os seus “mártires”, como são reconhecidos os mortos da revolução, ou dos trabalhadores graduados que fazem greve de fome em praça pública, para denunciar a realidade de um país que lhes nega oportunidades de trabalho e sustento. Tudo na Tunisia está por recomeçar e o povo tunesino luta com extrema dificuldade para tentar concretizar um processo revolucionário que resulte na construção de um país mais justo, democrático e igualitário.

Já o acampamento dos refugiados é expressão dos efeitos dramáticos dos confrontos militares na Líbia, que provocaram fugas em massa, especialmente de jovens e famílias originárias de outros países atualmente em conflito, que já haviam se refugiado em território líbio. Embora vítimas de ataques armados nos quais a Europa se empenha diretamente, são pessoas rejeitadas por países como França e Itália, e também não podem voltar para casa. A Tunísia os acolhe na tendas provisórias enquanto falha a solidariedade internacional. Corpos que chegam aos litorais, ora da Itália, ora da Tunísia, ou desaparecem no mar, resultam das tentativas de imigração clandestina, em barcos que mal resistem às tempestades do Mediterrâneo e dão visibilidade às políticas xenofóbicas da União Europeia.

A demonstração de solidariedade ao povo tunisiano foi decidida durante o último encontro do Conselho Internacional do FSM, em Dacar, e convocada pelos Fóruns Sociais Africano e Tunisiano, com apoio da UGTT – União Geral dos Trabalhadores Tunesinos. Além de organizações da Tunísia, participaram representantes de entidades do Senegal, Costa do Marfim, Marrocos, França, Grécia, Italia, Finlandia, Gran-Bretanha, Espanha, Bélgica e Brasil

As organizações participantes se comprometeram com relatos compartilhados da viagem, que começam a ser publicados nos sites:

Ver online : Fórum Social Mundial

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