Ciranda internacional da comunicação compartilhada

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.

Com dinheiro público, Kassab compra revista por R$493 mil

Uma semana depois, o prefeito de São Paulo, que recebe um dos piores índices de rejeição, foi capa da Veja São Paulo, do mesmo grupo editorial, com a manchete: "Será que estamos sendo justos com ele?".

Participação social é a marca do governo Chávez, diz Eva Golinger

Antes da primeira eleição de Chávez, a Venezuela “era um país onde as pessoas se sentiam invisíveis, não se identificavam com seu processo político. Agora é um país onde elas pensam, criticam, debatem, participam”.

Venezuela: Socialismo triunfa e enche América Latina de esperança

Milhares de pessoas foram até o Palácio Miraflores comemorar a vitória de Chávez e ouvir o presidente.



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Kankourang: tradição cultural na marcha de abertura do FSM 11

sexta-feira 19 de agosto de 2011, por Michele Torinelli

Na marcha de abertura do FSM 11, em Dakar, me deparei com uma situação inusitada: crianças corriam levando uma faixa, seguidas por homens que carregavam um pau. O que mais chamou minha atenção foram os personagens cobertos, parecendo seres da floresta, armados de um facão. As crianças corriam até tomar distância; paravam, abriam a faixa (que estava de cabeça para baixo e do lado contrário, o que dificultou a contextualização), provocavam os homens e voltavam a correr.

Era uma cena divertida, e me encantou ver crianças se envolvendo de forma tão alegre na marcha. Registrei a cena com minha câmera fotográfica, contudo não entendi nada. Como estava sozinha naquele momento, e havia tanto a fotografar, segui caminho, com esperança de conseguir esclarecer o mistério depois. Apesar de minhas tentativas, não foi isso que aconteceu - os estrangeiros não sabiam do que se tratava; quanto aos senegaleses, creio que não consegui me fazer entender, e o abismo comunicacional não foi superado.

Meses depois, pesquisando vídeos sobre o Senegal para mostrar a um amigo curioso que me questionava sobre o país - na falta de palavras para expressar uma cultura tão diferente, as imagens são uma alternativa poderosa - encontrei vídeos sobre o kankourang. Também achei informações em blogs - abaixo segue tradução aproximada de um texto que elucida o mistério:

O kankurang é um personagem da cultura mandinka (ou mandinga) que acompanha as crianças e os jovens no ritual de circuncisão. Quando chega o momento de se converterem em adultos, os jovens se retiram na selva, por dias ou semanas, onde são instruídos pelos anciãos ou iniciados. O kankurang, oculto por sua máscara e vestido com folhas ou cascas de árvore, não só realiza uma performance, mas protege dos maus espíritos com seus versos e canções. Terminado o retiro na selva, todos regressam à aldeia, onde uma grande celebração os espera, na qual desfilam e dançam com o kankurang.

Além do Senegal, ritos semelhantes acontecem em Guiné Bissau e Gambia. A tradição está se perdendo devido à modernização, assim o kankourang se converte cada vez mais num personagem festivo .

fonte: http://africaenelmundo.blogspot.com...

P.S.

Vídeo sobre o Kankourang:

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