Ciranda internacional da comunicação compartilhada

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.

Com dinheiro público, Kassab compra revista por R$493 mil

Uma semana depois, o prefeito de São Paulo, que recebe um dos piores índices de rejeição, foi capa da Veja São Paulo, do mesmo grupo editorial, com a manchete: "Será que estamos sendo justos com ele?".

Participação social é a marca do governo Chávez, diz Eva Golinger

Antes da primeira eleição de Chávez, a Venezuela “era um país onde as pessoas se sentiam invisíveis, não se identificavam com seu processo político. Agora é um país onde elas pensam, criticam, debatem, participam”.

Venezuela: Socialismo triunfa e enche América Latina de esperança

Milhares de pessoas foram até o Palácio Miraflores comemorar a vitória de Chávez e ouvir o presidente.



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Teje preso! NUM TEJO!

segunda-feira 25 de junho de 2012

Tentativa de fechamento da Radio Comunitária enfrenta resistência e repressão vira tema de programa acompanhado por público reunido em volta dos microfones, ao estilo de programa de auditório a céu aberto

Foi uma surpresa quando policiais a mando da ANATEL chegaram à tenda onde funcionava a Rádio Cúpula, do Território do Flamengo, no começo da tarde de 17 de Junho, perguntando pelo responsável pela emissora que transmitia informações e debates da Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental.

A Rádio foi uma das iniciativas de Comunicação Compartilhada da Cúpula dos Povos, ativistas e comunicadores para uma programação coletiva e abrindo os microfones para as vozes dos movimentos sociais, organizações e redes que debatiam suas agendas de luta popular no evento paralelo à Conferência Oficial da ONU, a Rio + 20.

Os agentes mandaram suspender a transmissão e parar a programação da rádio que estava funcionando desde o primeiro dia do evento. Em pouco tempo, a radio estava rodeada por ativistas em solidariedade com a equipe da rádio, determinados a impedir o fechamento.

A notícia repercutiu no Fórum Mundial de Mídia Livre, que acontecia nesse momento na UFRJ, de onde sairam ativistas como Maria Pia Matta, presidente mundial da Amarc, e Fedel do Fora do Eixo, que se manifestaram pelos microfones da Cúpula (ouvir áudio)

Isto acontece todo dia no mundo, e especialmente no Brasil", disse Maria Pia, decidida a permanecer no local contra a ameaça de fechamento. "E se levarem o transmissor da Radio, nós, do Fora do Eixo, temos outro e traremos para cá", disse Fedel

Também a Plenária dos Bens Comuns, processo da Cúpula dos Povos que debatia as propostas dos movimentos sociais para a defesa dos recursos naturais e culturais da humanidade, entre estes o direito à comunicação e ao conhecimento livre, recebeu o informe da Radio Cúpula com indignação.

Rita Freire, da Ciranda, mediava as intervenções na plenária quando interrompeu as falas pra relatar o que se passava e propor uma moção da Plenária dos Bens Comuns contra o fechamento da rádio e contra a perseguição e a criminalização das rádios comunitárias no Brasil. Aprovada a moção por aclamação, ela se dirigiu à Radio para levar a mensagem da plenária. "Não podemos aceitar que a Conferencia Oificial tenha todos os meios para divulgar propostas que não são as nossas e a nossa rádio seja calada", protestou.

Rodas e protestos foram feitos ao redor da Radio (ver vídeos), enquanto repesentantes dos movimentos de comunicação, das radios comunitárias, da rede Mulher e Mídia, e da Secretaria de Direitos Humanos do governo federal negociavam com a Anatel uma licença provisória.

O programa da Rádio Cúpula apresentado por Denise Viola, que mostra momentos importantes dessa resistência, começa muito apropriadamente com a trilha Teje Preso, Num Tejo!

Ver online : Programa contra o fechamento da Rádio Cúpula

P.S.

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