Ciranda internacional da comunicação compartilhada

Chavez destaca trabalho do ComunicaSul e lê texto de Renata Mielli

Na primeira coletiva de imprensa após a vitória na Venezuela, Hugo Chávez destacou o trabalho realizado pelo coletivo ComunicaSul (foto). O presidente leu o texto da jornalista brasileira Renata Mielli, do Barão de Itararé, para se referir ao poderio de Caprilles. Além de Renata, participam do ComunicaSul Vanessa Silva, do Portal Vermelho; Terezinha Vicente, da Ciranda; Leonardo Wexell Severo, da CUT; Marcio Schenatto, do Jornal e da TV Caxias;Caio Teixeria, da TV Floripa e Daniel Cassol, que colabora com o Brasil de Fato.

Contraponto à SIP

Ato público no local e contraconferência online acontecerão no dia 15 de outubro, em defesa da ampla e verdadeira liberdade de expressão. Participe! A SIP não está do nosso lado.

Com dinheiro público, Kassab compra revista por R$493 mil

Uma semana depois, o prefeito de São Paulo, que recebe um dos piores índices de rejeição, foi capa da Veja São Paulo, do mesmo grupo editorial, com a manchete: "Será que estamos sendo justos com ele?".

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Antes da primeira eleição de Chávez, a Venezuela “era um país onde as pessoas se sentiam invisíveis, não se identificavam com seu processo político. Agora é um país onde elas pensam, criticam, debatem, participam”.

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Milhares de pessoas foram até o Palácio Miraflores comemorar a vitória de Chávez e ouvir o presidente.



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Cúpula dos Povos aprova moção de apoio ao presidente do Paraguai

sexta-feira 22 de junho de 2012

A Cúpula dos Povos aprovou hoje (22) uma moção de apoio ao presidente do Paraguai, Fernando Lugo, ameaçado de ser destituído do poder por processo de impeachment

Também foi convocada uma vigília em frente ao consulado do Paraguai no Rio, na Praia de Botafogo.

Representantes de sindicatos brasileiros estão se mobilizando para viajar amanhã (23) ao país, para tentar garantir a permanência de Lugo no poder. A secretária nacional de Mulheres Trabalhadoras da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rosane Silva, classificou de retrocesso e golpismo o processo político no país vizinho. “Nós estamos percebendo que é um golpe o que está acontecendo no Paraguai, porque não está sendo respeitada a vontade do povo. Através deste golpe, estão tentando tirar o poder dado ao presidente Lugo. O movimento sindical vai mandar um grupo de lideranças para fortalecer a luta dos trabalhadores paraguaios neste momento”, disse Rosane.

Para a ativista social Sandra Quintela, da Rede Jubileu Sul, que trabalha as questões do reconhecimento da dívida gerada pela Usina de Itaipu, não resta dúvida de que se trata de golpe. “Mais uma tentativa de golpe, como vem acontecendo nos últimos anos na América Latina. É muito preocupante para a democracia no continente, porque é mais um golpe institucionalizado. Já não é preciso mais tropas militares. É um golpe civil para impor interesses dos grupos econômicos que nunca aceitaram a vitória do presidente Lugo”, disse Sandra.

Na opinião de Carlos Henrique Painel, um dos coordenadores da Cúpula dos Povos e membro do Fórum Brasileiro de ONGs, o processo político paraguaio é, no mínimo suspeito, pela pressa na tomada de decisões. "Apesar de estar respeitando os trâmites burocráticos dentro do Congresso paraguaio, o processo é suspeito pelo açodamento, como nunca antes aconteceu. Por isso, a nossa suspeita de que isso é uma tentativa de um golpe branco. Fizemos a moção de apoio para que se possa garantir a democracia, que está crescendo na América Latina, se consolide em todos os países vizinhos", explicou.

Ver online : http://agenciabrasil.ebc.com.br/not...

P.S.

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