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Dia 176 (539) - Ano 2 - A crise do capitalismo miliciano

quarta-feira 24 de junho de 2020, por Fátima Froes,

O momento no país é de privatização da água.

Imagem: Ribs

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1. O modelo de capitalismo-miliciano do capitão é tão brutal que consegue reação dos mais conservadores e vorazes setores do capital internacional. O desmatamento desenfreado da Amazônia chama a atenção de um grupo de 30 instituições financeiras em todo o mundo, que exigem o fim da devastação (Carta Capital).

2. O suposto governo é tão desgovernado que até um ministro do supremo se refere a ele como desgoverno. Sem planos, ele quer apenas manter-se na superfície dos seus negócios enquanto afunda tudo o mais que existe no país (UOL).

3. O desgoverno avança agora perigosamente sobre a água, em plena pandemia. Com o congresso com tudo. A água falta nos centros urbanos onde a classe trabalhadora é submetida a jornadas de exposição ao vírus, muitas vezes desnecessariamente, para garantir o fluxo de caixa de parte da elite trombadinha, é submetida a um transporte público desumano que obriga as pessoas a um contato absurdo e, ao chegar em casa, não tem água nas torneiras.

4. O momento no país é de privatização da água. Já não basta toda a violência, e mesmo governos eleitos com votos progressistas começam a aderir a mais esse ato de necropolítica (Diário do Centro do Mundo).

#ForaBolsonaro!
#PrivatizarÁguaéCrime!

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