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O regurgitar do nazi-fascismo no Brasil.

quarta-feira 18 de agosto de 2021, por Carlos Russo Jr.,

"Tragicamente, depois de décadas nas sombras, os neonazistas e suas ideias agora estão ganhando popularidade", declarou o chefe da ONU em janeiro de 2021.

O Brasil vive hoje uma escalada no aumento do número de células neonazistas, com a explosão de discursos que exaltam a ideologia de ultradireita nos meios digitais, assim como crescimento do crime organizado de apologia ao nazismo.
Temos, entretanto, uma forte herança histórica nazifascista, alicerçada no anti-intelectualismo, na violência e no racismo estrutural.
Fundado em Santa Catarina, em 1928, o partido de Hitler no Brasil chegou a ser o maior Partido Nazista fora da Alemanha. O jornal nazista "Deutscher Morgen" ("Aurora Alemã") se encarregou de apregoar por todos os cantos de nossa Pátria a exclusão de raças “inferiores” e grupos sociais como judeus, ciganos, homossexuais, comunistas e portadores de deficiência.
Grande parte da repulsa do Partido Nazista se direcionava também a negros e miscigenados, que compunham nossa própria identidade nacional.
Na década de 1930, outro movimento estava em crescimento no país. A Ação Integralista Brasileira, organização política que compartilhava os mesmos preceitos do nazi-fascismo: nacionalismo, antissemitismo, combate ao comunismo e ao liberalismo.
"Tragicamente, depois de décadas nas sombras, os neonazistas e suas ideias agora estão ganhando popularidade", declarou o chefe da ONU em janeiro de 2021.
Bolsonaro e seu entorno estão entre seus maiores líderes.

Carlos Russo Jr.

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