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O combate ao fascismo passa pela revolta: Gramsci, Adorno e Camus

segunda-feira 30 de maio de 2022, por Carlos Russo Jr.,

Para além da negação e do conformismo, em meio aos escombros que o fascismo nos impinge, preparemos um Renascimento.

Gramsci: “ Quando o fascismo se organizou no poder, primeiramente substituiu ou expulsou o velho pessoal dirigente político, sempre na esteira de denúncias contra a corrupção, sendo ele próprio um regime absolutamente corrupto. O governo fascista arrasta atrás de si uma trupe, um bando de inconscientes, recalcados, aventureiros e delinquentes”.

Adorno: “Após milênios de esclarecimento, o pânico abate-se de novo sobre a humanidade, cuja dominação sobre a natureza, tornada dominação sobre os homens, excede em terror tudo em que quaisquer épocas pudessem temer na natureza”.

Camus: a Revolta como contraponto da barbárie, na compreensão de que a revolta constitui uma das dimensões essenciais do homem. A revolta se legitima quando o ser humano se crê com razão, e através e com ela, ele incorpora os valores da cidadania.

Será a Comuna contra o Estado, a sociedade concreta contra a absolutista, a liberdade refletida contra a tirania racional e, finalmente, o individualismo altruísta contra a colonização das massas.

Para além da negação e do conformismo, em meio aos escombros que o fascismo nos impinge, preparemos um Renascimento.

Convidamos à leitura do ensaio completo em: https://www.proust.com.br/post/o-combate-ao-fascismo-passa-pela-revolta-gramsci-adorno-e-camus

Foto: Grafite em São Paulo contra a cobertura da arte de rua por tinta cinza