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Sérgio Moro e Ernst Janning, o genocídio planejado e justificado

terça-feira 11 de junho de 2019, por Carlos Russo Jr.,

Ernst Janning, o réu principal da ação, fora Ministro da Justiça e, posteriormente, graças aos serviços prestados, foi nomeado por Hitler como presidente da Suprema Corte na Alemanha Nazista.

Sérgio Moro, ex-Juiz de Primeira Instância e atual Ministro da Justiça, tenta aprovar no Congresso Nacional um Pacote Anticrimes que simboliza: “encarceramento”, “morte” e “dor, tortura e sofrimento,” nas palavras da Defensoria Pública. Ao ampliar o conceito de “excludente de ilicitude” para as forças policiais, amplificará exponencialmente o que no Brasil se transformou em rotina: o assassinato programado de negros e pobres, daqueles que são dispensáveis como força de trabalho pelo sistema, configurando já claramente uma política genocida.

A proposta e a prática do senhor Moro, tanto como juiz, quanto agora como Ministro do governo obscurantista e fascista de Bolsonaro, nos traz a figura ilustre do também Juiz, Dr. Ernst Janning, um dos réus dos processos de Nuremberg. Ernst Janning fora Ministro da Justiça e, posteriormente, graças aos serviços prestados, nomeado por Hitler como presidente da Suprema Corte na Alemanha Nazista.

Leia a íntegra de nosso ensaio


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