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Diário Não Oficial do Brasil - Dia 46/365

sexta-feira 15 de fevereiro de 2019, por Fátima Froes,

28º dia de blindagem do bolsofilho. O crime ambiental da Vale segue sem punição

O desrespeitoso Fábio Schvartsman, que continua livre, é o único a não se levantar, numa cerimônia na Câmara dos Deputados, durante o minuto de silêncio em homenagem aos mortos pela Vale na cidade de Brumadinho. 8 funcionários da Vale presos na data de hoje.

1. O STF ainda não julgou se homofobia é crime. Inacreditável que uma discussão dessas leve mais de trinta minutos. Mas no país do ódio, tudo é possível, inclusive alguém defender nos manter no topo das estatísticas mundiais de morte de pessoas LGBTQI.

2. O ódio elegeu Bolsonaro, um presidente vazio com um ministério desqualificado. Cada detalhe é um filme de horror. O traje em que o presidente aparece, ou melhor, a fantasia, para falar da reforma da previdência, vem diretamente baseada no filme Um Estranho no Ninho. Ao tempo que ele luta pelo retorno dos manicômios.

3. Quem patrocina essa ação? Existe uma bancada das bolinhas, dos barbitúricos? Ou já é uma estratégia militar para a interdição do presidente, como louco?

4. Bebianno X Bolsonaros: os sucos de laranjas começam a respingar nos candidatos bolsopai, bolsofilhos e todos do PSL. A guerra é melhor que o portal da transparência, porque começa a revelar coisas que não estão registradas.

5. Um coordenador de campanha, presidente do partido que elegeu o Presidente da República, é tratado como um boyzinho pela família. O DCM fala em família disfuncional, uma vez que o único papel que fazem, os bolsofilhos, é esbravejar no twitter, não têm projetos nos mandatos para os quais foram eleitos.

6. A questão das laranjas é muito mais grave do que poderíamos imaginar. A exposição de Bebianno é mais uma questão das estratégias de inimigos comuns. Parte da estratégia foi criar a esquerda como inimiga, agora pode ser qualquer um.

7. Como sempre, as mulheres são as principais vítimas do clã, são meros instrumentos. Nesse caso, candidaturas laranjas. Assim como assessorias laranjas, funcionários laranjas para redistribuição de dinheiro. Um pomar. Essa metodologia mantém essas pessoas no poder há trinta anos, ou elas se mantém há trinta anos no poder para isso?.

8. Segurança do Supermercado Extra mata uma pessoa, já rendida, frente às câmeras, sem pudor, sem medo. Efeitos dos discursos de ódio e de exaltação ao justiçamento enunciados pelo grupo no poder, e com projeto de legalização proposto pelo ministro da justiça.

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