Página inicial > BRASIL > Diário Não Oficial do Brasil - Dia 79/365

Diário Não Oficial do Brasil - Dia 79/365

quarta-feira 20 de março de 2019, por Fátima Froes,

Acaba o verão, mas não acaba o governo

61º dia de blindagem do Bolsofilho, Nenhuma notícia de Queiroz.
200 mortos e 108 desaparecidos no crime de Brumadinho. Fábio Schvartsmann continua impune. Mais uma cidade evacuada sob risco de ser atingida pelas ações criminosas da Vale, que foi privatizada por FHC.

1. Acaba o verão mas não acaba o governo. Acaba o verão e eles quase acabam com o país. As liquidações começaram. Ou continuaram, como sequência do golpe. O ministro da Economia faz propaganda nos Estados Unidos, venham e comprem tudo!!!

2. E de que se trata aquela artilharia toda? Porque o cara, vizinho do presidente eleito, tinha 117 fuzis em casa? Era um paiol? Será que é o mesmo modelo de fuzil que aparece nas fotografias de propaganda da bolsofamília?

3. Enfim, leio que o cidadão de bem estava procurando containers em que pudesse colocar os fuzis enterrados. Ter 117 fuzis enterrados no quintal, na frente da casa do presidente, é um plano sensacional. Qual, ainda não sei. Mas é sensacional.

4. Pensar que para prender Lula inventaram uma reforma de um apartamento que Dona Marisa teve intenção de comprar um dia em algum momento no passado. E que a reforma sequer foi feita, e que o delator teve um parente alçado à condição de presidente da Caixa Econômica? Delação premiadíssima!!! Será que não vai rolar o princípio dos "Fuzis de Fato"? Ah, vai, o cara era vizinho!! É um fato, e tem fuzis. Mas vai ver que não entendemos bem a constituição.

5. Vem ai a reforma da previdência. Também com votação premiada. Pensávamos que votação premiada só não era crime para o PSDB. Mas, pensando melhor, nesse governo temos boa retaguarda jurídica, não é mesmo?

6. E, terminando o verão, querem terminar com o STF. Para acabar com a corrupção. Não sei de onde essa deputada que propõe plagiou isso, mas está correndo essa notícia por aí.

7. O presidente eleito entrou nos Estados Unidos de quatro, com alguns membros da equipe rastejando. O discurso foi o de um morador de Miami, migrante, que despreza a sua origem. No imaginário dessa equipe, Trump é o presidentes e eles os capatazes da colônia. O presidente eleito trata com desprezo os migrantes, deixando claro que não têm boa conduta. Considerando sua origem italiana, ou seja, de migrante nesse país, deve tomar como verdade a história de sua família, originalmente Bolzonaro, mais parecida com Bozo.

Confira as todas as colunas:
Diário Não Oficial do Brasil