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Diário Não Oficial do Brasil - Dia 120/365

terça-feira 30 de abril de 2019, por Fátima Froes,

4 meses desse roteiro medíocre e violento

100º dia de blindagem do bolsofilho. Queiroz desaparecido, mas novos assessores fantasmas surgem na bolsofamília. 05 assessores do presidente eleito, quando deputado, também nunca foram trabalhar.

Fábio Schartsmann da Vale continua livre.

5º dia de impunidade do presidente eleito após crime inafiançável de racismo institucional.

1. O MEC radicaliza prática de perseguição ideológica, com suas bandeiras nazi-fascistas, e bloqueia o orçamento de três Universidades: UFF, UFBA e UNB. O contingenciamento tem endereço certo para perseguir e dobrar determinadas áreas e inibir a pesquisa, a reação e as atividades de ensino. O argumento é que há balbúrdia e mau desempenho acadêmico. De acordo com a jornalista Monica Bergamo, pelo twitter, no ranking das universidades elaborado pela Folha de São Paulo, chamado RUF, no levantamento feito entre 196 universidades a UNB ocupa o 9º lugar, a UFBA o 14º e a UFF o 16º.

2. O professor Haddad, nosso candidato a presidente (nós, que temos um projeto para o país) declarou ao jornal Brasil247 que foi trocado um ministro ridículo por outro ridículo.

3. A cpmf volta, não volta e o porta voz da notícia informa que vai cobrar até contrabando e o presidente eleito desqualifica o porta voz, como sempre acontece no planalto desde a instalação da bolsofamília. Dessa vez as igrejas da base de apoio (lembrar sempre que existem outras, as sensatas) se revoltaram contra a possibilidade de qualquer pagamento de imposto. Mas a parte interessante da notícia é que eles sinalizam que estudam uma contribuição do contrabando , o que pode significar que o governo tem o controle sobre os contrabandistas e o caminho do dinheiro. Pode significar, também, que as malas de Geddel vão pagar cpmf. Acho que é fakenews. Somente os trabalhadores pagam a conta desse (des)governo.

4. O excludente de licitude para assassinar movimentos sociais, indígenas e quilombolas, projeto de lei do presidente eleito, tem que ser refletido, porque valerá para o inverso. O projeto prevê impunidade para o agronegócio no caso de terem suas terras invadidas. Imaginamos se haverá equidade. Os agronegócios que avançam sobre terra pública, indígena e quilombola poderão ser mortos a tiros. O presidente eleito está conclamando uma guerra civil?

5. Mais uma tentativa de golpe na Venezuela fracassa. O bolsofilho deputado federal por São Paulo, corre para Roraima. O presidente eleito chama reunião emergencial.

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