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Diário Não Oficial do Brasil - Dia 167/365

domingo 16 de junho de 2019, por Fátima Froes,

O conge-chefe, o caso do Banestado e os Porões do Judiciário.

7º dia do congegate.

A vida do conge-chefe tem sido reinvestigada e o famoso caso Banestado volta à cena.

Mesmos métodos: condena uns, libera sem pudor outros, articula com promotores, formando a sociedade espúria, espiona advogados.

MAS TODO MUNDO É MUITO BOM, MAS MEU COPATE SUMIU, dizia o antigo ditado.

Eles não estariam sozinhos nessa sociedade, juízes e promotores se não fossem apoiados e reverberados pela imprensa, e muitos outros poderes, ávidos de descumprir a constituição e de tirar a sua lasquinhas.

Porque os ganhos também são financeiros. Não esqueçamos, a turma não é só messiânica por um projeto de poder.

E o dinheiro do Banestado sumiu em nuvens que não foram virtuais mas muito bem plantadas. Os doleiros envolvidos inocentados.

O jornalista Luís Nassif e o Diário do Centro do Mundo podem contar essa história com mais detalhes.

Um dos operadores do conge, um procurador, tem o despudor de ir às suas redes sociais declarar que "SÓ" porque houve conversa entre procuradores e juiz, a esquerda o está atacando em nome da ética.

A palavra SÓ reforça o ódio e leva a galera pró-crime ao delírio.

A grande operação da lava jato tem, como grande objetivo, desmoralizar toda a classe trabalhadora e suas organizações, minando qualquer resistência, criminalizando e prendendo as lideranças. método antigo, que todos do movimento popular já conhecem.

O judiciário, no caso em questão, a operação lava jato, desce aos porões mais obscuros para cumprir esse papel e ainda ficar com o troco.

Se arvoram deuses (Bretas chega a ser literal nas suas postagens citando a bíblia) e criam suas próprias leis, negando a constituição de 1988.

"Fazemos qualquer negócio", parece ser o lema

Respondem a quem? Um capital financeiro bem articulado? Às petroleiras? Aos banqueiros?

A rede Goebbels e associados apostam alto na manipulação da opinião pública contra as denúncias.

Mas como diria o sociólogo Jessé de Souza numa postagem ao conge: Perdeu, playboy.

O império abandonou o conge e seus asseclas que aparentemente não cumpriram direito o seu papel, deixaram muitos rastros atrapalhando a operação.

Amadores.

Enquanto isso, o disfuncional presidente eleito, tenta legalizar as milícias, em nome de armar a população para resistir.

E concluma cuncloma, camcluma, clan, clun, clen...deixa pra lá....

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