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Dia 247/365 - O avanço do pesadelo distópico

quarta-feira 4 de setembro de 2019, por Fátima Froes,

Discurso de violência e ódio aumenta. Apologia à tortura. Avança o ritual macabro de destruição do país

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1. O monstro patético, o síndico disfuncional, decide radicalizar o discurso pró-violência e tortura. Elogia Pinochet, o modelo inspirador na brutalidade, mas elogia especificamente porque matou o pai de Michele Bachelet. Para agredir da forma mais covarde.

2. O discurso de ódio e a apologia à tortura são cotidianos, vem no pacote, ungido por pastores milionários e midiáticos em nome de um deus lá deles. Um deus afeito ao imaginário da barbárie, e utilizado para aterrorizar e destruir o próximo.

Vem com um ministro da economia que é refugo da ditadura de Pinochet, e tem a missão de destruir, monetizar ou privatizar qualquer riqueza que o país possa ter.

Vem com um ministro da educação, no estilo torturador, a exemplo do que hoje ocupa a pasta, que utiliza seu bastão de beisebol imaginário para destruir a gramática e qualquer vestígio de inteligência ou de desenvolvimento pela educação.

Vem com o estímulo à destruição da floresta amazônica e dos povos que nela habitam, para romper acordos com a União Europeia e abrir espaço para seus patrocinadores.

Vem com a entrega da base de Alcântara aos americanos, e a destruição das comunidades quilombolas no entorno. Que convive com o discurso falacioso e ufanista de defesa da soberania.

Vem com o silencio diante da escalada da violência, dos assassinatos, e a escolha de grupos responsáveis por massacres e extermínio como parceiros prioritários.
Vem com a manutenção na pasta da justiça e no comando da polícia federal, de alguém que não consegue minimamente respeitar a Constituição.

Vem com o desmonte da Ancine, que sobrevive de arrecadação do mercado, porque quer impedir todas as formas e possibilidades de livre expressão do povo brasileiro.

3. Esse é o primário distópico que a classe média colocou no poder, com suas arminhas, para cumprir o ritual macabro de destruição do país. Aquela classe média iludida que não consegue se desvincular dos modelos autoritários gerados nos porões da ditadura.

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