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Fascismo: revolta e renascimento

quarta-feira 11 de setembro de 2019, por Carlos Russo Jr.,

O fascismo incorpora a servidão, a mentira e o terror, flagelos que buscam o silêncio entre os homens, obscurecendo-os uns aos outros e impedindo que se reencontrem no único valor que poderia salvá-los: a longa cumplicidade

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No avanço do fascismo Gramsci destaca duas consequências: “A primeira é que, quando o fascismo se organizou no poder, primeiramente substituiu ou expulsou o velho pessoal dirigente político, sempre na esteira de denúncias contra a corrupção. A segunda, é que o governo fascista arrasta atrás de si até o fim, uma trupe, um bando de inconscientes, recalcados, aventureiros, corruptos e delinquentes”.

O fascismo incorpora como nunca a servidão, a mentira e o terror, flagelos que buscam fazer reinar o silêncio entre os homens, obscurecendo-os uns aos outros e impedindo que se reencontrem no único valor que poderia salvá-los: a longa cumplicidade cujo limite é precisamente o poder de revolta dos homens em conflito contra o despotismo e a opressão.

Albert Camus, em “O Homem Revoltado”, trabalha especificamente a temática da destruição, da opressão e do despotismo, cujo mais importante contraponto será a resistência e a revolta social, e é sobre este trabalho que lhe rendeu o Prêmio Nobel de 1957 (juntamente com “A Queda”) que nos debruçaremos nesse ensaio.

“O revoltado ao soerguer-se frente ao opressor defende exclusivamente a causa da vida”.

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Carlos Russo Jr.
Espaço Literário Marcel Proust
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