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Dia 297/365 - O subsíndico ressurge das sombras

quinta-feira 24 de outubro de 2019, por Fátima Froes,

O ex-capitão se deslumbra com o que ele chama de "capitalismo" chinês. E o consigliere, Queiroz, o oculto, continua dando a linha

Imagem: Isac Nóbrega/PR https://fotospublicas.com/president...

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1. O ex-capitão se deslumbra com o que ele chama de "capitalismo" chinês. Ele imagina que tudo aquilo foi construído após a China entregar todas as riquezas a Trump. O obscurantismo cresce no país com esse tipo de subsíndico.

2. O outro consigliere, Queiroz, o oculto, continua dando a linha. A parça rede Goebbels divulgou um áudio, que não sabemos como conseguiu, mas onde é certo que Queiroz não conversava com Dallagnol, em que o motorista com foro privilegiado dá instruções de como conseguir uns carguinhos públicos por aí, e sugere um preço.

3. Enquanto os nossos 60 senadores, pagos a preço de ouro, e que nadam em privilégios e aposentadorias especiais, aprovam a previdência modelo chileno, lá o país laboratório está em convulsão. Mais de um milhão de pessoas nas ruas. O braço armado de Piñera reprime com violência.

4. O STF suspende mais uma vez o espetáculo. Nunca foi tão difícil para profissionais do direito interpretarem um texto tão claro e direto como o da Constituição. Talvez a falta de hábito de observar princípios, normas e regras. O ministro da justiça, o ex-juiz que combinava sentenças construídas como ficção, foi visitar uma ministra do STF. Uma coisa assim despudorada. Aparentemente a visita, relatada pelo jornal Brasil 247, não rendeu os efeitos esperados.

5. De acordo com o sítio de notícias Sul 21, foram denunciadas 4 empresas ao TSE por disparos em massa no whatsapp durante a campanha eleitoral de 2018. As informações são de seis operadoras de telefonia e o aplicativo whatsapp também admite que houve o uso de disparos em massa com propaganda maliciosa contra o PT e o candidato Fernando Haddad. A prática é proibida pela legislação eleitoral. Cedo ou tarde a verdade sai das sombras. Assim funciona a bolsofamiglia, Queiroz, conge e agregados.

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