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Dia 35 (400) - Ano 2 - O demolidor

terça-feira 4 de fevereiro de 2020, por Fátima Froes,

O ex-capitão glorifica o presidente dos Estados Unidos e sua postura imperialista: Estados Unidos acima de tudo, é a verdadeira bandeira.

Imagem: Mariano

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1. Como veio para destruir, e não para construir, o ex-capitão glorifica o agente laranja, presidente dos Estados Unidos e sua postura imperialista: Estados Unidos acima de tudo, é a verdadeira bandeira.

2. Entre as vítimas dessa relação hierarquizada, está o agronegócio, sustentáculo do próprio síndico disfuncional. O apoio aos Estados Unidos no caso do general iraniano Qasem Soleimani, morte em um ataque ordenado pelo agente laranja provoca, desnecessariamente, possíveis retaliações nas relações comerciais com os iranianos. Hoje o Irã é o quarto maior comprador de alimentos do Brasil, de milho, de soja, farelo de soja, carne bovina e açúcar. O impacto de uma possível perda é de 2,2 bilhões de dólares. Mas quem tem cartão corporativo não se preocupa com o PIB. O lema é: depois de Trump, "eu acima de tudo".

3. Descomprometido com o povo que finge conduzir, talvez para o fundo do poço, faz escárnio com a desesperadora situação dos desempregados e doentes. Para os desempregados, diz que vai criar o programa minha primeira empresa para quem reclama da falta de emprego.

4. E, vivendo com toda a família do dinheiro público, entre soldos, aposentadorias integrais, vencimentos de cargos legislativos e executivos, além das "rachadinhas", afirma que doentes de HIV são fardos para o sistema de saúde. Quanto a soma dos custos diretos e indiretos da disfuncional e predatória bolsofamília para a economia brasileira?

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