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Dia 46 (411) - Ano 2 - Verminose

sábado 15 de fevereiro de 2020, por Fátima Froes,

Quantos preconceitos e imbecilidades cabem numa frase de um parasita? O parasita em questão defende a alta do dólar por suas conseqüências como fator de exclusão social.

Imagem: Fred

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1. O tchutchuca, aquele personagem preconceituoso, escravocrata, e que tem fantasias com o sa[lário mínimo brasileiro, diz que durante os governos do Presidente Luís Inácio Lula da Silva e da Presidenta Dilma Vana Rousseff “qualquer empregada doméstica ia a Disney". Quantos preconceitos e imbecilidades cabem numa frase de um parasita? O parasita em questão defende a alta do dólar por suas conseqüências como fator de exclusão social.

2. Num governo em que o ex-capitão glorificou e homenageou milicianos envolvidos com o “escritório do crime”, em que um ex-juiz fantasia provas e comete sentenças, um general, que era diretor comitê olímpico do brasil quando estourou o escândalo de corrupção que afastou o então presidente da entidade, acusa o Papa Francisco de “exemplo de solidariedade a malfeitores” em razão do encontro que teve com o Presidente Luís Inácio Lula da Silva. É o mesmo general que chamou de “falta de sorte” a polícia espanhola ter apreendido 39kg de cocaína num avião presidencial e que nunca esclareceu o crime para o público que paga seus polpudos vencimentos.

3. Mas assim vivem os parasitas, de fakenews, análises fantasiosas, acusações levianas. Sempre estarão em rede reforçando a sua ação de ataque aos hospedeiros. Os lentos analistas econômicos que acreditavam que essa trupe do “agora vai” iam levar o “mercado” e a “economia” a algum lugar, começam a tomar consciência do equívoco. O pibinho de 0,89% é eloqüente o bastante. Parasitas, quando não combatidos, podem matar seus hospedeiros. A infestação é grave, já debilita o corpo e faz sofrer seus tecidos mais frágeis.

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