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Dia 96 (461) - Ano 2 - sobre falsidade ideológica

domingo 5 de abril de 2020, por Fátima Froes,

Sem plano de contingência razoável, sem comida, sem médicos, sem renda básica, mas com energia para convocar , junto com 34 pastores de diferentes igrejas evangélicas, um "jejum pelo brasil": esse é o síndico disfuncional do Brasil.

Imagem: Cacinho

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1.A atitude do síndico disfuncional em tripudiar com a fome dos brasileiros é odiosa. Quais foram as ações do seu governo, nesses dois anos, para combater a fome? Nenhuma. Absolutamente nenhuma. Ao contrário, destruiu programas sociais de apoio e conseguiu destruir mais vagas de trabalho que o seu ministro da justiça com as ações estapafúrdias e corruptas da sua operação particular.

2. O Conselho Nacional de Segurança Alimentar foi alvo imediato da sanha destruidora do governo fascista que ora ocupa o planalto, empenhado em afligir os pobres e a classe trabalhadora. No seu programa de governo, a palavra fome sequer foi mencionada.

3. Na cidade de São Paulo, muitas crianças têm sua dieta resumida a arroz. Porque o governo do ex-capitão, focado na morte e não na vida, é incapaz de agilizar a resolução da renda básica, ou igualmente incapaz de utilizar os militares, tão recorrentemente lembrados e acionados em tempos recentes, e que acabaram de ganhar brinquedinhos de 9,1 bilhões de reais, para, por exemplo, distribuir cestas básicas aos brasileiros ameaçados pela fome?

4. Assim, a banalidade do cinismo sentou praça no país. A gestão do síndico disfuncional deixa o povo sem um plano de contingência razoável, sem comida, sem médicos, sem renda básica, mas tem energia suficiente para convocar, junto com 34 pastores de diferentes igrejas evangélicas, um "jejum pelo brasil". Muitas dessas igrejas continuam abertas (apesar do mal que isso representa) e cobrando seus dízimos, e os seus pastores seguem muito bem alimentados e fornidos. Abastados, ricos e bilionários fazem parte da campanha, para espezinhar os famintos.

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