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	<title>Ciranda</title>
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		<title>Ciranda</title>
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		<title> Tradi&#231;&#227;o tupi inspira casa do futuro</title>
		<link>http://www.ciranda.net/article6394.html</link>
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		<dc:date>2012-07-02T21:27:01Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Luc&#233;lia Barbosa</dc:creator>


		<dc:subject>Ci&#234;ncia e Democracia</dc:subject>
		<dc:subject>Destaques Br</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Com foco na sustentabilidade, projeto aposta na energia solar e no gerenciamento de res&#237;duos.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="http://www.ciranda.net/rubrique51.html" rel="directory"&gt;FSM&lt;/a&gt;

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&lt;a href="http://www.ciranda.net/mot146.html" rel="tag"&gt;Ci&#234;ncia e Democracia&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.ciranda.net/mot222.html" rel="tag"&gt;Destaques Br&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.ciranda.net/local/cache-vignettes/L150xH85/arton6394-df115.jpg&quot; width='150' height='85' style='height:85px;width:150px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Um conceito inovador de projetar e construir resid&#234;ncias com foco na sustentabilidade e na efici&#234;ncia energ&#233;tica &#233; a principal proposta do prot&#243;tipo de uma casa do futuro que une a tradi&#231;&#227;o ind&#237;gena brasileira com as tecnologias mais avan&#231;adas. Inspirada na cultura tupi-guarani, foi batizada de Ek&#243;, que significa &#8220;viver&#8221; ou &#8220;maneira de viver&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desenvolvido por uma equipe transdisciplinar formada por docentes e estudantes de diversas universidades brasileiras, o projeto &#233; coordenado pela USP (Universidade de S&#227;o Paulo) e pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). &#8220;A meta &#233; que os alunos participem de todo o processo, desde o desenho at&#233; a constru&#231;&#227;o. Num futuro pr&#243;ximo, vamos ter que mudar a nossa forma de projetar e construir e quem far&#225; isso ser&#227;o esses jovens&#8221;, explica Jos&#233; Ripper K&#243;s, professor da UFSC e coordenador de Arquitetura e Projetos da Ek&#243; House.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na vis&#227;o do pesquisador, um dos diferenciais do trabalho &#233; a integra&#231;&#227;o entre diferentes &#225;reas, aspecto fundamental para a constru&#231;&#227;o de uma sociedade mais sustent&#225;vel. &#8220;A maior parte dos estudantes envolvidos s&#227;o de arquitetura e engenharia, mas temos tamb&#233;m alunos de design, marketing e jornalismo. Essa perspectiva de integra&#231;&#227;o ter&#225; que acontecer cada vez mais no mercado de trabalho, portanto, a Ek&#243; House &#233; uma das iniciativas que apontam para esse caminho&#8221;, salienta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O desenvolvimento do prot&#243;tipo fundamenta uma s&#233;rie de pesquisas, que al&#233;m de dar amparo aos projetos da casa sustent&#225;vel, embasa uma dezena de trabalhos acad&#234;micos que incluem inicia&#231;&#227;o cient&#237;fica, mestrados e doutorados. &#8220;Outra meta &#233; formar recursos humanos para que esse conhecimento seja difundido em prol da sociedade. E o principal canal &#233; demonstrar a viabilidade da montagem dessa casa&#8221;, enfatiza a engenheira Claudia de Andrade Oliveira, professora da FAU/USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) e coordenadora da montagem da Ek&#243; House.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O projeto tamb&#233;m foi idealizado para concorrer ao Solar Decathlon Europe 2012, uma competi&#231;&#227;o internacional que acontece em setembro pr&#243;ximo, em Madri, na Espanha. &#8220;Durante a competi&#231;&#227;o, ser&#227;o dez provas que avaliar&#227;o quesitos como inova&#231;&#227;o, desempenho energ&#233;tico, conforto t&#233;rmico, viabilidade de mercado, como a proposta &#233; apresentada ao p&#250;blico, entre outros, da&#237; a import&#226;ncia do trabalho ser pensado de maneira global&#8221;, enfatiza K&#243;s.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estrutura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A resid&#234;ncia possui 47 metros quadrados de &#225;rea interna, divididos em banheiro, cozinha, quarto, salas de estar e jantar. Com foco na flexibilidade, a estrutura foi projetada com base na modularidade para que se adapte &#224;s necessidades de diferentes fam&#237;lias e haja facilidade na montagem e no transporte.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para dar conta de tal tarefa, a equipe optou pelo sistema de constru&#231;&#227;o industrializada em pain&#233;is de madeira com isolamento t&#233;rmico embutido. Os m&#243;dulos s&#227;o constitu&#237;dos de estrutura de vigas e pilares de madeira e pain&#233;is de OSB (oriented strand board). Como revestimento, foram usadas placas ciment&#237;cias e vidro nas partes lav&#225;veis, como no banheiro e na cozinha. As instala&#231;&#245;es hidr&#225;ulicas e el&#233;tricas foram posicionadas entre os pain&#233;is de madeira e os revestimentos para facilitar a manuten&#231;&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As varandas da casa tamb&#233;m s&#227;o tecnologicamente din&#226;micas. Foram instalados pain&#233;is e persianas automatizados que se adaptam &#224;s condi&#231;&#245;es ideais de ilumina&#231;&#227;o natural, controlam as trocas de calor e garantem privacidade. &#8220;Por meio desse sistema de automa&#231;&#227;o, o morador consegue definir como ele quer que a casa funcione. &#201; poss&#237;vel programar n&#227;o s&#243; a movimenta&#231;&#227;o das persianas, como controlar e registrar o quanto de eletricidade &#233; gasto na resid&#234;ncia, entre outros. Essa &#233; uma nova forma de os usu&#225;rios se relacionarem e se interarem com o meio ambiente de uma forma consciente&#8221;, explica Oliveira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Efici&#234;ncia energ&#233;tica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A casa sustent&#225;vel utiliza pain&#233;is fotovoltaicos e coletores que transformam a radia&#231;&#227;o solar em energia el&#233;trica e t&#233;rmica. &#8220;Durante o dia a produ&#231;&#227;o atinge o pico, mas o consumo normalmente &#233; menor. E como a casa n&#227;o possui acumuladores, a eletricidade sobressalente vai para a rede de distribui&#231;&#227;o gerando cr&#233;ditos que podem ser usados durante a noite. Apesar de n&#227;o ser muito utilizada no Brasil, existem protocolos que permitem que cada resid&#234;ncia seja uma miniusina geradora de eletricidade&#8221;, detalha Oliveira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A pesquisadora acrescenta que o desenvolvimento do prot&#243;tipo est&#225; inserido em um conv&#234;nio entre a USP e a Eletrobras que visa lan&#231;ar as bases de uma ind&#250;stria nacional de resid&#234;ncias energia zero &#8211; alimentadas apenas por energia solar. &#8220;Al&#233;m do financiamento da Eletrobras, o projeto conta com uma s&#233;rie de parceiros da iniciativa privada que doam materiais e m&#227;o de obra t&#233;cnica.&#8221;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sustentabilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Ek&#243; House possui ainda sistemas de gerenciamento de res&#237;duos. No banheiro foi colocado um vaso sanit&#225;rio seco, importado da Su&#233;cia, que dispensa o uso de &#225;gua pot&#225;vel e faz a compostagem de forma eficiente, gerando adubo para ser utilizado no jardim. Os efluentes do chuveiro, lavat&#243;rio e m&#225;quina de lavar roupas tamb&#233;m ser&#227;o tratados por um sistema natural h&#237;brido de filtros e tanques de plantas que purificam a &#225;gua que pode ser reutilizada para regar jardins ou lavar pisos, al&#233;m de fazer parte da composi&#231;&#227;o est&#233;tica no ambiente externo da resid&#234;ncia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conforme Oliveira, a casa se adaptaria a qualquer regi&#227;o do Pa&#237;s. &#8220;Futuramente, a equipe pretende produzir prot&#243;tipos em v&#225;rios locais para avaliar a adequa&#231;&#227;o dos sistemas e a quest&#227;o da manuten&#231;&#227;o &#8211; quais as possibilidades que o usu&#225;rio ter&#225; para manter sozinho todos esses sistemas funcionando bem&#8221;, conclui.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Mais com&#233;rcio, menos privacidade</title>
		<link>http://www.ciranda.net/article6176.html</link>
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		<dc:date>2012-03-04T14:49:47Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Luc&#233;lia Barbosa</dc:creator>


		<dc:subject>&lt;span lang='it'&gt;Comunica&#231;&#227;o&lt;/span&gt;</dc:subject>
		<dc:subject>Destaques Br</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Sistemas de recomenda&#231;&#227;o, utilizados para identificar interesses dos internautas e estimular consumo, podem gerar quebra de anonimato na rede.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="http://www.ciranda.net/mot222.html" rel="tag"&gt;Destaques Br&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.ciranda.net/local/cache-vignettes/L136xH150/arton6176-07b9d.jpg&quot; width='136' height='150' style='height:150px;width:136px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Sistemas de recomenda&#231;&#227;o, utilizados para identificar interesses dos internautas e estimular consumo, podem gerar quebra de anonimato na rede.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Qualquer pessoa que j&#225; tenha desfrutado da comodidade que a internet proporciona atrav&#233;s das lojas virtuais j&#225; se deparou com ofertas de itens de interesse no site em que est&#225; navegando. Longe de ser aleat&#243;rio, esse tipo de sele&#231;&#227;o &#233; feito por sistemas de recomenda&#231;&#227;o, tecnologia que monitora a navega&#231;&#227;o dos internautas e identifica automaticamente perfis e interesses para oferecer conte&#250;dos personalizados como not&#237;cias, produtos e servi&#231;os.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conforme explica Anisio Mendes Lacerda, diretor de Tecnologia da Zunnit Technologies, empresa que comercializa o sistema de recomenda&#231;&#227;o Z-Engine, esse trata-se de um software que auxilia os internautas a encontrarem itens interessantes, dado um grande n&#250;mero de escolhas poss&#237;veis. &#8220;No dia a dia, as pessoas baseiam-se na opini&#227;o de outras para escolher qual filme assistir, qual livro comprar ou qual destino escolher para viajar nas f&#233;rias. O objetivo desses sistemas &#233; automatizar esse processo, ajudando usu&#225;rios a fazer a melhor escolha poss&#237;vel de acordo com as suas necessidades&#8221;, detalha.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Lacerda conta que o sistema &#233; baseado em algoritmos que permitem conhecer o perfil do usu&#225;rio, como sexo, localiza&#231;&#227;o, entre outras informa&#231;&#245;es, para identificar qual seria o melhor produto a indicar. Na pr&#225;tica, o Z-Engine instala um c&#243;digo no site do seu cliente, que pode ser uma loja virtual ou um portal de conte&#250;do. Atrav&#233;s de rob&#244;s (programas de computador especializados), o sistema separa com precis&#227;o conte&#250;dos digitais relevantes de outros n&#227;o t&#227;o importantes para cada perfil identificado. &#8220;Hoje a nossa plataforma de e-commerce &#233; capaz de suportar milhares de clientes e retornar recomenda&#231;&#245;es de qualidade em poucos milissegundos&#8221;, assegura.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entre as vantagens, a facilidade ao internauta e o aumento nas vendas dos sites de e-commerce e no tempo de visita&#231;&#227;o de portais de conte&#250;do. &#8220;O sistema de recomenda&#231;&#227;o de maior sucesso &#233; o da Amazon.com, que, indicando produtos no portal da empresa, conseguiu aumentar suas vendas em 35%. Outros casos de sucesso s&#227;o o Netflix, com 67% dos filmes alugados a partir de recomenda&#231;&#245;es, Google News, com ganho de 38% na taxa de cliques, e o YouTube, com aumento de 60% nas de visualiza&#231;&#245;es de v&#237;deos&#8221;, informa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde mora o perigo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Ruy Jos&#233; de Queiroz, professor associado do Centro de Inform&#225;tica da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), a internet &#233; um grande instrumento para conectar e aproximar as pessoas e ajuda a criar um mundo melhor, mais plural e democr&#225;tico. No entanto, observa que alguns ind&#237;cios levam a suspeitar de que no momento a realidade pode ser bem diferente. &#8220;Os an&#250;ncios que nos s&#227;o exibidos, assim como os resultados de busca que obtemos na rede e at&#233; mesmo as not&#237;cias veiculadas nos portais jornal&#237;sticos est&#227;o cada vez mais baseados em crit&#233;rios automatizados de sele&#231;&#227;o que est&#227;o personalizando o que chega at&#233; cada um de n&#243;s, e o mais grave &#233; que n&#227;o conhecemos, nem sequer somos alertados sobre os crit&#233;rios adotados&#8221;, critica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na opini&#227;o de Gil Giardelli, professor de MBA e p&#243;s-gradua&#231;&#227;o da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e diretor executivo da Gaia Creative, do ponto de vista das empresas, esses sistemas refletem a evolu&#231;&#227;o da tecnologia nos dias de hoje, tornando a internet mais inteligente e a experi&#234;ncia do usu&#225;rio mais personalizada e humana. Por outro lado, avalia, esse tipo de software recolhe informa&#231;&#245;es de uma experi&#234;ncia totalmente pessoal. &#8220;Mesmo que as empresas que utilizam o sistema n&#227;o considerem uma invas&#227;o de privacidade, cabe ao usu&#225;rio considerar ou n&#227;o. Como j&#225; vimos acontecer com o Facebook, sabemos que &#233; isso que ocorrer&#225;&#8221;, diz Giardelli.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Andr&#233; Lemos, professor da Faculdade de Comunica&#231;&#227;o da UFBA (Universidade Federal da Bahia), aponta que um dos problemas que pode ser gerado pelos sistemas de controle e vigil&#226;ncia eletr&#244;nicos &#233; que os usu&#225;rios n&#227;o t&#234;m consci&#234;ncia, na maioria dos casos, de que seus dados est&#227;o sendo coletados e que podem ficar &#8220;ativos&#8221; na rede por muito tempo. &#8220;Essas informa&#231;&#245;es s&#227;o fonte de riqueza que pode fazer dos internautas ref&#233;ns dos sistemas atrav&#233;s dos perfis m&#233;dios gerados. Nesse sentido, precisamos definir uma prote&#231;&#227;o legal para que os cidad&#227;os possam tomar conhecimento de como &#233; feita a obten&#231;&#227;o dos seus dados, onde e como s&#227;o utilizados, al&#233;m, &#233; claro, de ter o direito de autorizar ou n&#227;o essa captura e de pedir a qualquer momento o apagamento de tais informa&#231;&#245;es. Sistemas de recomenda&#231;&#227;o s&#227;o &#250;teis e atuam nessa fronteira t&#234;nue entre conhecer para ajudar ou para monitorar para outros fins&#8221;, opina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda segundo ele, o software pode ser considerado uma invas&#227;o de privacidade e quebra do anonimato se o usu&#225;rio n&#227;o &#233; informado sobre o que est&#225; acontecendo. &#8220;Esses s&#227;o os pilares da democracia e sustentam o estado de direito. Acho que n&#227;o podemos abdicar desses dois princ&#237;pios b&#225;sicos em nome de sistemas informacionais sobre os quais n&#227;o temos o menor controle. A vida social passa hoje pela captura de dados. Devemos, assim, garantir a exist&#234;ncia de uma vida privada e o direito ao anonimato na sociedade da informa&#231;&#227;o&#8221;, defende.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Sobram limita&#231;&#245;es, falta tecnologia</title>
		<link>http://www.ciranda.net/article5851.html</link>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Luc&#233;lia Barbosa</dc:creator>


		<dc:subject>Destaques Br</dc:subject>
		<dc:subject>Comunicar Br1</dc:subject>
		<dc:subject>Eixo 05 Direito aos saberes e meios</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;A implementa&#231;&#227;o do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) tem sido pauta permanente em debates da sociedade civil organizada. Principalmente ap&#243;s o acordo firmado em junho &#250;ltimo, entre o Minist&#233;rio das Comunica&#231;&#245;es e as empresas de telecomunica&#231;&#245;es, que prev&#234; conex&#227;o de 1Mbps (Megabit por segundo) a R$ 35,00 em todos os munic&#237;pios do Pa&#237;s at&#233; 2014.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="http://www.ciranda.net/mot223.html" rel="tag"&gt;Comunicar Br1&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.ciranda.net/mot310.html" rel="tag"&gt;Eixo 05 Direito aos saberes e meios&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.ciranda.net/local/cache-vignettes/L150xH150/arton5851-fed8b.jpg&quot; width='150' height='150' style='height:150px;width:150px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;A implementa&#231;&#227;o do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) tem sido pauta permanente em debates da sociedade civil organizada. Principalmente ap&#243;s o acordo firmado em junho &#250;ltimo, entre o Minist&#233;rio das Comunica&#231;&#245;es e as empresas de telecomunica&#231;&#245;es, que prev&#234; conex&#227;o de 1Mbps (Megabit por segundo) a R$ 35,00 em todos os munic&#237;pios do Pa&#237;s at&#233; 2014.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conforme explica Jo&#227;o Brant, do Intervozes &#8211; Coletivo Brasil de Comunica&#231;&#245;es e integrante da campanha &#8220;Banda larga &#233; um direito seu!&#8221;, o termo assinado &#233; considerado um retrocesso pelos movimentos sociais porque n&#227;o imp&#245;e &#224;s teles metas de qualidade, de continuidade e de universaliza&#231;&#227;o para o acesso &#224; internet. &#8220;&#201; fundamental que o governo entenda que somente a presta&#231;&#227;o do servi&#231;o em regime p&#250;blico trar&#225; obriga&#231;&#245;es para a massifica&#231;&#227;o da banda larga e tarifas mais baratas&#8221;, enfatiza.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda segundo ele, o acordo possui uma s&#233;rie de &#8220;letras mi&#250;das&#8221;, como limite para download de arquivos, de velocidade e venda casada com a telefonia fixa. &#8220;O plano atual est&#225; muito aqu&#233;m do que o pr&#243;prio governo prop&#244;s no ano passado. Apesar de limitado, o modelo anunciado em 2010 nos dava a esperan&#231;a de que o governo assumiria as r&#233;deas do PNBL. No entanto, quando come&#231;ou a ser implementado em 2011, voltou-se aos interesses privados quando deixou de impor obriga&#231;&#245;es. N&#227;o h&#225; garantias de oferta ampla do servi&#231;o, que pode ficar restrito &#224;s &#225;reas mais rent&#225;veis dos munic&#237;pios&#8221;, explica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para S&#233;rgio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC, o mais grave da atual proposta &#233; o limite de download de 300MB (Megabytes) por m&#234;s, que, na pr&#225;tica, cria uma categoria de banda larga diferenciada, na qual o consumidor pagar&#225; pouco, mas ter&#225; restri&#231;&#227;o de uso. &#8220;Para se ter uma ideia, um v&#237;deo baixado no youtube pode consumir at&#233; 100MB de uma s&#243; vez. O servi&#231;o &#233; muito limitado, e o internauta ter&#225; dificuldade de fazer um curso online baseado em multim&#237;dia, por exemplo. E, pior, se esgotar o limite e fizer mais downloads, pagar&#225; valor adicional&#8221;, menciona.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A velocidade tamb&#233;m &#233; questionada por Amadeu, que cita a disparidade entre o servi&#231;o de banda larga oferecido no Brasil e em pa&#237;ses desenvolvidos como a Alemanha, que pretende at&#233; 2016 disponibilizar a internet a 40Mbps para toda a popula&#231;&#227;o. Brant destaca que enquanto aqui fala-se em 1Mbps, nos Estados Unidos, a discuss&#227;o est&#225; em 100Mbps para 75% da popula&#231;&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com a assessoria de imprensa do Minist&#233;rio das Comunica&#231;&#245;es, a proposta inicial do PNBL previa internet de 512Kbps a R$ 35,00. E, portanto, o governo melhorou a qualidade do plano ao dobrar a velocidade e manter o pre&#231;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O &#243;rg&#227;o informou tamb&#233;m que as negocia&#231;&#245;es com o setor privado para implementa&#231;&#227;o do PNBL t&#234;m avan&#231;ado. &#8220;Dos mais de 3 mil provedores de internet que existem no Brasil, cerca de 600 j&#225; est&#227;o cadastrados para participar do plano. A meta &#233; atender 150 cidades com a banda larga popular at&#233; final de 2011.&#8221;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Infraestrutura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para melhorar a velocidade, Amadeu recomenda a instala&#231;&#227;o de redes de fibra &#243;ptica em todo o territ&#243;rio nacional. &#8220;O problema n&#227;o &#233; tecnol&#243;gico, mas sim pol&#237;tico. O governo n&#227;o quer gastar dinheiro levando fibra &#243;ptica para todo o Pa&#237;s. Essa &#233; a infraestrutura b&#225;sica da sociedade da informa&#231;&#227;o e, na minha opini&#227;o, a melhor tecnologia, porque permite aumentar a largura de banda para 40 e at&#233; 100Mbps&#8221;, explica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tamb&#233;m na avalia&#231;&#227;o de Marcelo Zuffo, professor livre-docente da USP (Universidade de S&#227;o Paulo), que defende &lt;a href=&quot;http://www.cntu.org.br/cntu/internas.php?pag=ODc5&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;a internet como servi&#231;o p&#250;blico gratuito&lt;/a&gt;, esse &#233; o caminho para a universaliza&#231;&#227;o. &#8220;Al&#233;m disso, os estados deveriam baixar os impostos cobrados sobre telecomunica&#231;&#245;es e os governos municipais poderiam oferecer internet gr&#225;tis em lugares p&#250;blicos&#8221;, sugere.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No mais, lembra ele, a tecnologia mais importante para o Brasil neste momento &#233; a Wimax, uma esp&#233;cie de Wi-fi de longo alcance. &#8220;O problema &#233; que as frequ&#234;ncias ideais para opera&#231;&#227;o ainda n&#227;o foram devidamente regulamentadas pelo governo&#8221;, relata.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Campanha&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Preocupadas com os rumos do PNBL, entidades representativas se organizaram em prol da campanha &#8220;Banda larga &#233; um direito seu &#8211; uma a&#231;&#227;o pela internet barata, de qualidade e para todos&#8221;. Entre as principais reivindica&#231;&#245;es ao governo federal, reconhecer a internet como servi&#231;o p&#250;blico, incorporar o tema da banda larga ao debate sobre o marco regulat&#243;rio para o setor de telecomunica&#231;&#245;es, reabrir o di&#225;logo com as organiza&#231;&#245;es da sociedade civil, fortalecer o papel do Estado e retomar o investimento na Telebr&#225;s.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Disposta a interferir nas diretrizes do plano, a campanha promoveu em setembro &#250;ltimo um semin&#225;rio em Bras&#237;lia. Segundo Brant, a novidade foi a afirma&#231;&#227;o do governo de que existe um projeto estrat&#233;gico para massificar a banda larga e que as metas iniciais n&#227;o devem ser vistas como a totalidade das pol&#237;ticas de inclus&#227;o digital. Tamb&#233;m foi enfatizado que a quest&#227;o da qualidade e o debate sobre regime p&#250;blico e o marco regulat&#243;rio est&#227;o na pauta do governo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dando continuidade aos debates, o Comit&#234; Gestor da Internet no Brasil realizar&#225; nos dias 13 e 14 de outubro, em S&#227;o Paulo, o &#8220;I F&#243;rum da internet brasileira&#8221;. Inscri&#231;&#245;es e informa&#231;&#245;es podem ser obtidas no &lt;a href=&quot;http://forumdainternet.cgi.br/&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;&lt;strong&gt;site&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="http://www.fne.org.br/fne/index.php/fne/jornal/edicao_113_out_11/sobram_limitacoes_falta_tecnologia" class="spip_out"&gt;Federa&#231;&#227;o Nacional dos Engenheiros&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Banda larga para todos</title>
		<link>http://www.ciranda.net/article4134.html</link>
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		<dc:date>2010-06-09T16:24:21Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Luc&#233;lia Barbosa</dc:creator>


		<dc:subject>Direitos &amp; pol&#237;ticas p&#250;blicas</dc:subject>
		<dc:subject>Destaques Br</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Ainda insuficiente para quem reivindica a universaliza&#231;&#227;o da Internet, programa lan&#231;ado pelo governo incomada empresas privadas e traz perspectivas positivas.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="http://www.ciranda.net/rubrique15.html" rel="directory"&gt;BRASIL&lt;/a&gt;

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&lt;a href="http://www.ciranda.net/mot201.html" rel="tag"&gt;Direitos &amp; pol&#237;ticas p&#250;blicas&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.ciranda.net/mot222.html" rel="tag"&gt;Destaques Br&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.ciranda.net/local/cache-vignettes/L150xH63/arton4134-ed274.jpg&quot; width='150' height='63' style='height:63px;width:150px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Institu&#237;do por decreto presidencial, em 13 de maio, o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) pretende massificar o acesso &#224; Internet r&#225;pida no Pa&#237;s oferecendo o servi&#231;o por no m&#225;ximo R$ 35,00 ao m&#234;s, com velocidade de 512 kbps (quilobits por segundo). O objetivo &#233; saltar dos atuais 11,9 milh&#245;es de domic&#237;lios conectados para 39,8 milh&#245;es at&#233; 2014. Destinado &#224; inclus&#227;o digital, o programa promete a&#231;&#245;es no sentido de reduzir as desigualdades social e regional, aumentar a competi&#231;&#227;o no setor, diminuir o pre&#231;o do servi&#231;o e ainda incentivar o empreendedorismo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A gest&#227;o ficar&#225; a cargo da Telebr&#225;s (Telecomunica&#231;&#245;es Brasileiras S. A.), que ser&#225; respons&#225;vel pela instala&#231;&#227;o da rede privativa de comunica&#231;&#227;o da administra&#231;&#227;o federal e tamb&#233;m apoiar&#225; pol&#237;ticas de conex&#227;o a banda larga em pontos de interesse p&#250;blico como escolas e hospitais. A ideia &#233; que a estatal controle toda a infraestrutura e forne&#231;a os dados no atacado para pequenos e m&#233;dios provedores. A empresa entregar&#225; a Internet r&#225;pida para usu&#225;rios finais apenas em localidades nas quais n&#227;o haja disponibilidade do servi&#231;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conforme explica Rog&#233;rio Santanna, presidente da Telebr&#225;s, para colocar o plano em a&#231;&#227;o, o Governo utilizar&#225; a malha de fibras &#243;pticas j&#225; instalada, mas ociosa, das estatais Eletrobras e Petrobras. Segundo ele, ser&#227;o constru&#237;dos backbones (rede principal) e backhauls (infraestrutura que interliga as redes de acesso) com v&#225;rias tecnologias, como WiMax (para acesso sem fio de banda larga), equipamentos de DWDM (para aplica&#231;&#245;es em redes de acesso) e r&#225;dios de alta capacidade. &#8220;Temos hoje a possibilidade de ligar 4.278 munic&#237;pios em torno dessas redes dispon&#237;veis&#8221;, informou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda de acordo com ele, a infraestrutura f&#237;sica ser&#225; licitada e a pretens&#227;o &#233; que empresas brasileiras prestem esse servi&#231;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao todo, ser&#227;o investidos R$ 13,2 bilh&#245;es, o que inclui ofertas de cr&#233;dito pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&#244;mico e Social), para aquisi&#231;&#227;o de equipamentos com tecnologia nacional e financiamento para micro, pequenas e m&#233;dias empresas e lan houses. H&#225; ainda recursos do Fust (Fundo de Universaliza&#231;&#227;o dos Servi&#231;os de Telecomunica&#231;&#245;es) para pequenas e m&#233;dias prestadoras e do Funttel (Fundo de Desenvolvimento Tecnol&#243;gico das Telecomunica&#231;&#245;es) para pesquisa e desenvolvimento no setor, al&#233;m de uma s&#233;rie de desonera&#231;&#245;es, incluindo redu&#231;&#227;o de PIS/Cofins para a pol&#237;tica de modems e isen&#231;&#227;o de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para equipamentos de telecomunica&#231;&#245;es brasileiros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na vis&#227;o de Marcos Dantas, professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e consultor do projeto &#8220;Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento&#8221;, o plano deveria ter sido feito em regime p&#250;blico, no qual os operadores privados ficariam sujeitos a obriga&#231;&#245;es como a universaliza&#231;&#227;o do servi&#231;o, continuidade e controle das tarifas. &#8220;O Governo efetivamente renunciou a essa op&#231;&#227;o. O PNBL prev&#234; a parceria da Telebr&#225;s com uma quantidade desconhecida de pequenos provedores que poder&#227;o deixar de prestar o servi&#231;o a qualquer momento, n&#227;o h&#225; obriga&#231;&#227;o&#8221;, critica Dantas, que tamb&#233;m desaprova a n&#227;o utiliza&#231;&#227;o integral dos recursos do Fust e a velocidade de 512kbps, que poder&#225; comprometer a qualidade do servi&#231;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;J&#225; a deputada federal Luiza Erundina (PSB/SP), que vem acompanhando o tema no Congresso e propugnou pela universaliza&#231;&#227;o da banda larga no &#226;mbito da Confer&#234;ncia Nacional de Comunica&#231;&#227;o, defendeu o programa. &#8220;&#201; uma medida democratizadora que garantir&#225; o acesso de todos os brasileiros a um bem moderno e necess&#225;rio. Portanto, temos que apoiar e cobrar que a sua implanta&#231;&#227;o seja feita o mais r&#225;pido poss&#237;vel.&#8221;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidades&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A iniciativa ter&#225; ainda um outro efeito ben&#233;fico, que ser&#225; a gera&#231;&#227;o de empregos, especialmente para engenheiros. &#8220;Sem d&#250;vida haver&#225; demanda por t&#233;cnicos, n&#227;o s&#243; para implantar e gerenciar o plano como tamb&#233;m para fabricar equipamentos, e ainda oportunidades para pequenos empreendedores&#8221;, ressaltou Santanna. Outra meta importante prevista no PNBL &#233; o estabelecimento de uma pol&#237;tica produtiva e tecnol&#243;gica para a banda larga.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conforme Dantas, o plano cont&#233;m um importante avan&#231;o na quest&#227;o industrial tecnol&#243;gica do Pa&#237;s, porque gerar&#225; um mercado de compra no setor p&#250;blico e privado, dando oportunidade para beneficiar produtos e servi&#231;os com tecnologia nacional.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por outro lado, Luiz Salom&#227;o, secret&#225;rio executivo da Secretaria de Assuntos Estrat&#233;gicos, acredita que, como o PNBL n&#227;o demandar&#225; investimentos t&#227;o significativos, ainda que seja utilizada a capacidade de poder de compra nacional para orientar encomendas, &#8220;n&#227;o vai mudar a din&#226;mica da ind&#250;stria eletroeletr&#244;nica&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para ele, tal pol&#237;tica ser&#225; efetivamente contemplada com o Plano Brasil 2022, que prev&#234; uma rede de banda larga com maior velocidade (100 megabytes por segundo), que, para cobrir todo o territ&#243;rio nacional, demandar&#225; equipamentos e cabos de fibra &#243;ptica em volume suficiente para criar um novo impulso na fabrica&#231;&#227;o de material de telecomunica&#231;&#245;es. &#8220;Isso teria efeito extraordin&#225;rio no desenvolvimento da nossa ind&#250;stria e a ideia &#233; que essa seja instalada prioritariamente no Nordeste.&#8221; A regi&#227;o, como lembra ele, que tem polos metal&#250;rgicos e qu&#237;micos, oferece condi&#231;&#245;es privilegiadas para tanto.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="http://www.fne.org.br" class="spip_out"&gt;Federa&#231;&#227;o Nacional dos Engenheiros&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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