É incrível como este movimento se alastrou, por vários países, trazendo pessoas desabrigadas a reivindicarem um lugar decente para morar. Isto, é um sintoma da má distribuição de renda e a exclusão social do negro, índio, nordestino, pois, esta doença chamada "política" - deveria ser totalmente desenraizada, e reformulada, não somente conceder os direitos que já pertencem a este povo (Educação, Saúde, Emprego, Moradia, etc.), e deixarem de fazer ou anunciar programas hipócritas como fome zero e habitações. A alimentação é fundamental para todos os dias e não somente no Natal.
E o programa criança esperança? Ainda podemos ver, pelo menos aqui no Brasil, um grande índice dessas nas ruas cheirando cola e furtando ou até mesmo trabalhando nos semáforos tentando sua subsistência; e mais ainda, sendo explorada sexualmente.
Nunca vi um país com tanta gente ganhando muito sem fazer nada, como jogadores de futebol, entre outros esportes. E o pião que passa mais de 8hs no sol quente colocando asfalto, construindo, etc., esses, como outros levam 30 ou mais anos para se aposentar e ainda após a aposentadoria, têm que permanecer trabalhando para garantir ou reforçar seu sustento.
Essa má divisão de renda, e a exclusão social -, precisa acabara e realmente ser respeitado os "Direitos Humanos", ou seja, direitos iguais para todos, mas para todos mesmo; sem distinguir cor, credo, raça, etc.
Essa manipulação, da mídia e dos jornais, em manter as verdadeira notícias em canal aberto, não é interessante - o que também ocorre nas Instituições escolares ou públicas que existe uma cota de reprovação.
Os conceitos de igualdade são relevados por esta população semi-analfabeta ou analfabeta, em que se contém com falsas promessas ou pequeninas ajudas de custo (cesta básica, bolsa escola, ou em períodos políticos, estes vão as comunidades carentes doam alguns tijolos, abraçam crianças sujas, dão bom dia até o cachorro que passa por ali).
A população, deveria ser mais inteligente, de forma a não consumir excessivamente, não consumir produtos importados, como (coca-cola, Mc Dolnad’s, Bob’s,), e também terem conhecimento de fato dos seus direitos enquanto consumidores.
Acrescentando ainda, quando ao super-mercado consumir o estritamente necessário, deixando de lado aquele produto que sofreu certo aumento.
Finalizando, posso analisar que vivemos em uma época onde a corrupção e o corporativismo impera em qualquer lugar do mundo. O ser humano, não agravando à todos, se vende ou se troca por tão pouco que não compra a sua dignidade perdida, o respeito ao próximo é por menor, juntando isto ao descaso, o desmerecimento -, todos voltam da mesma forma como Deus nos enviou "nús", só é colocado uma roupa, por que alguém nos veste.
O despotismo ainda continua em todas as repartições seja ela qual for. O certo, em minha análise, seria voltar como antigamente - não existia "dinheiro" e sim tudo à base de troca. O respeito seria maior e prioritário e não um papel moeda, que pode matar e mudar o comportamento humano, lhes proporcionando poder sobre o outro.